quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

BEM-VINDOS À GRÉCIA ISLÂMICA!


Por Francisco José dos Santos Braga


Uma semana atrás fiz a tradução do texto abaixo, intitulado "Bem-vindos à Grécia islâmica!", por sugestão do Prof. Aléxandros Orfanídis, residente em Atenas, mas não o postei, enquanto aguardava um acontecimento que justificasse a sua publicação. 

Não foi necessário esperar muitos dias, pois os meios de comunicação de todo o mundo noticiam os ataques sexuais em massa ocorridos em Colônia, Alemanha. O noticiário informa que a polícia alemã está à procura de 1.000 homens acusados de cometerem atos de roubo e de abuso sexual no Ano Novo de 2016 naquela cidade. Pelo menos 379 vítimas apresentaram queixa por roubo, ameaças e assédio sexual por parte dessa gangue. O chefe da polícia, Wolfgang Albers, comunicou que os ataques foram descritos pelas testemunhas como partindo de um grupo de 1.000 homens que pareciam "originar-se de países árabes ou do Norte da África."

A Chanceler Angela Merkel se disse "enojada", ao expressar a sua "fúria para com estes ataques e assédios nojentos". 

Neste Dia de Reis Magos, Sra. Merkel disse ser necessário resolver o desafio que o grande fluxo de refugiados representa e manter a liberdade de circulação na Europa, que considera um dos pilares da integração europeia. Não veio o tão aguardado "Mea culpa!".

Em uma coletiva de imprensa sobre como reagir a eventuais agressões, Henriette Reker, a prefeita da cidade alemã de Colônia, cenário da onda de ataques sexuais na virada do Ano Novo, recomendou que as mulheres observassem a distância maior do que "o comprimento de um braço" em relação a desconhecidos. Seu conselho deslanchou uma avalanche de críticas e piadas no Twitter, com a hashtag "Armlaengeabstand", palavra que significa "distância com o comprimento de um braço".

De acordo com os números oficiais mais recentes, no ano passado entraram na Alemanha 1.100.000 refugiados.


BEM-VINDOS À GRÉCIA ISLÂMICA!

Por Strouthokamilos

Imigrantes


Enquanto todos se ocupam do pacto de convivência dos homossexuais (como se isso fosse o maior problema da Grécia), a islamização da Grécia continua.


Os números são terríveis


Infelizmente, com o governo de esquerda, que faz referendos para zombar da gente, a Grécia em breve viverá cenas da França e da Suécia.

(Na verdade, por que Tsipras não faz referendos sobre a imigração clandestina? Vejamos: os Gregos os querem? Ou preferem fecharmos as fronteiras? Porém, conforme dissemos, os governos democráticos fazem plebiscitos apenas quando sabem que dará o resultado que querem. Como fez acerca do memorando (de acordo da dívida grega), independente se o resultado não era o que era esperado).

Neste momento a Suécia é tida como a Capital dos Estupros do Ocidente! Também a França, como vocês sabem, é o centro dos islamitas na Europa. As cidades francesas, como Marselha, têm acima de 35% da população como muçulmanos, e são regiões proibitivas para a polícia, porque predomina a sharia.

Vocês não acreditam? Acessem o Google e façam uma busca para verem o que se passa.


Nesses países, há cerca de 20 anos atrás, alguns "progressistas" aprovavam leis em defesa dos infelizes imigrantes clandestinos. Os que discordavam então eram chamados de fascistas ou neo-nazistas.


Isso lhes lembra algo? Sim: o que acontece hoje na Grécia!

Já dissemos, nesses assuntos, a Grécia é a Suécia, só que 20 anos atrás.

Também porque, na Grécia, os de esquerda têm força, já que os apóiam os meios de comunicação  e quem quer que discorde é chamado de fascista; em breve Atenas se tornará a capital dos abusos sexuais. Esperem para ver!

Não é possível acontecer a mesma coisa em TODOS os países aonde foram os muçulmanos e a Grécia ficar de fora. Em toda a parte, em qualquer país aonde tenham ido acontece exatamente a mesma coisa! Aonde vão, trazem consigo a Idade Média! E como estão perto da maioria, aplicam a sharia e a guetização.

Façam uma busca. A Internet é livre. Façam uma pesquisa e vejam o que acontece na Europa. Abram o Google e digitem "Islam na Europa", "Islam na Suécia", "Rape in Sweden" (Estupro na Suécia).

Encerrando, quero dizer: Para continuar a existir uma nação, é preciso nascerem 2,1 crianças por família. Na Grécia, de Gregos, nascem 1,3 crianças. Por conseguinte, com simples matemática... em alguns anos a partir de agora, a nação grega cessará de existir!

Obrigado aos esquerdistas e a seus amigos clandestinos... ou antes aos neo-Gregos!

Vejam os dados para a imigração clandestina desde 2006 até 2015:


Imigrantes clandestinos presos


Fontehttps://strouthokamilos.wordpress.com/2015/12/22/καλως-ήρθατε-στην-ισλαμική-ελλάδα/