Por Francisco José dos Santos Braga
I. RELIGIOSIDADE, TRADIÇÃO E SIMPATIAS
Na véspera de Natal, as crianças, principalmente os meninos, costumam sair cantando 'kálanda' (canções de natal) pelas ruas. Eles tocam tambores e triângulos, enquanto cantam. Às vezes, eles também carregam maquetes de barcos decorados com nozes que são pintadas de ouro. Carregar um barco é um costume muito antigo nas ilhas gregas.
Se as crianças tiverem cantado bem, poderão receber algum trocado, bem como petiscos como nozes, doces e figos secos.
Uma decoração antiga e muito tradicional é uma tigela de madeira rasa com um pedaço de arame suspenso pela borda. Um ramo de manjericão enrolado em uma cruz de madeira e pendurado no arame. Um pouco de água é mantida na tigela para manter o manjericão vivo e fresco. Uma vez por dia, alguém, geralmente a mãe da família, mergulha a cruz e o manjericão em um pouco de água benta e usa para borrifar água em cada cômodo da casa.
Acredita-se que isso afaste “espíritos maus ou fantasmas” que devem aparecer apenas durante o período de 12 dias do Natal à Epifania (6 de janeiro). Eles devem vir do interior da terra e entrar na casa das pessoas pela chaminé! Os fantasmas fazem estrepolias como apagar o fogo e fazer o leite derramar. Ter uma lareira acesa durante os doze dias do Natal serve para afastar os fantasmas (queimar sapatos velhos também é uma boa maneira de espantá-los).
Todo mês de dezembro, na Praça Aristotélica, na cidade de Thessaloníki (que é a segunda maior cidade da Grécia), uma enorme árvore de Natal e um veleiro de três mastros são erguidos. É uma atração turística popular. Existem também grandes exibições de barcos em outras grandes cidades gregas, como Atenas. Os navios decorados são uma tradição antiga na Grécia, onde os pequenos navios eram armados nas casas quando os marinheiros voltavam das viagens marítimas.
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Barco natalino de Thessaloníki - Crédito: Tilemahos Efthimiadis
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As árvores de Natal são populares na Grécia. A primeira árvore de Natal conhecida na Grécia foi em 1833 e foi instalada pelo rei Otto ao lado de um grande barco decorado. Com o tempo, especialmente no final do século XX, as árvores de Natal decoradas se tornaram mais populares do que decorar um barco. Mas agora ter um barco e uma árvore está se tornando mais popular!
Ir a uma Missa da Meia-noite é muito importante para a maioria dos gregos. Depois do culto, as pessoas podem ir para casa e encerrar o jejum do Advento. A principal refeição de Natal costuma ser cordeiro ou porco assado no forno ou no espeto. Geralmente é servido com uma torta de espinafre e queijo (em grego, ‘spanakópita’) e várias saladas e vegetais. Outros alimentos de Natal e Ano Novo incluem 'baklavá' (uma massa doce feita de massa folhada fininha, recheada com nozes picadas e adoçada com xarope ou mel), ‘kataífi’ (doce feito de massa aos fios e com recheio nozes e canela), ‘diples ou thiples’ (massa folhada fina frita). Os bolos são consumidos no café da manhã ou como entradas. Outra sobremesa popular de Natal é o melomakárono (bolo em forma de ovo ou oblongo feito de farinha, azeite de oliva e mel e enrolado em nozes picadas).
Uma decoração de mesa tradicional são pães de 'christópsomo' (pão de Cristo ou pão especial de Natal). É um pão doce redondo aromatizado com canela, laranja e cravo. O topo é decorado com uma cruz. O pão é feito na véspera do Natal e pronto para ser consumido no dia de Natal.
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Christópsomo (pão natalino)
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Em grego, Feliz Natal! é 'Kalá Christoúghenna!'.
Na Grécia, os presentes são frequentemente entregues às crianças por Ághios Vassílis (São Basílio) no dia 1º de janeiro, pois é o dia de São Basílio.
Na véspera de Ano Novo, muitas famílias farão uma grande refeição e farão jogos. À meia-noite, as pessoas presentes se dão muitos abraços, beijos e dizem: “Kalí chroniá!” (Feliz Ano Novo). Quando da contagem regressiva até a meia noite em ponto, quando o Ano Novo oficialmente começa, alguns irrompem em dança. É uma maneira divertida de expressar um clima de celebração com boas expectativas para o ano que se inicia. Também, talvez, que o velho ano com seus problemas tenha finalmente passado! Em muitos lugares as festas dançantes também são uma forma popular de passar a véspera de Ano Novo.
Canções de Ano Novo também podem ser cantadas. No dia de Ano Novo (“Protochroniá”), em muitos locais da Grécia, existe a tradição dos “bounamáthes”. Os adultos da família dão dinheiro e presentes às crianças, desejando-lhes um feliz ano novo.
“O Dia de Ano Novo (“Protochroniá”) é o primeiro dia do ano e na Grécia é festejado em 1º de janeiro, dia de São Basílio. É uma grande oportunidade para crianças e adultos trocarem presentes, mas também para festejarem juntos a virada do ano, normalmente com muita festa, música e abundantes “comes e bebes”.
O festejo do Dia do Ano Novo tem início no dia anterior, com as famílias preparando febrilmente o jantar de Réveillon.
De manhã muitas crianças vão de porta em porta entoando canções do Dia de Ano Novo por uns trocados.
As mulheres, além de cozinhar e preparar a mesa, prestam atenção especial à aparência. Por ser a festa do ano, naturalmente, elas querem mostrar-se na sua melhor forma! O menu consiste principalmente em carne, mas também inclui muitos doces tradicionais, como biscoitos cobertos de açúcar (kourabiédes), ou biscoitos de mel (melomakárona) e, claro, a famosa torta de Ano Novo, chamada vassilópita.
À medida que o fim da noite chega e o início de um novo ano se aproxima, as pessoas que comemoram em casa ligam a televisão para assistir à contagem regressiva. À meia-noite, todos se abraçam e se beijam enquanto formulam votos de felicidade. Em grego, eles dizem “Kalí Chroniá”, que significa “Feliz Ano Novo”. À noite, muitas pessoas também abrem uma garrafa de champanhe para dar sorte. Então, o chefe de família corta a vassilópita (torta ou bolo de São Basílio), depois de fazer o sinal da Cruz nela três vezes usando uma faca. A primeira peça é cortada para Cristo, a segunda para a Virgem Maria, a terceira para São Basílio e as peças subsequentes para o resto dos membros da família. Depois disso, pode-se esperar uma festa animada e possivelmente um jogo de cartas. A torta de Ano Novo não é uma torta qualquer! Uma moeda da sorte ou “flourí” está escondida dentro dela. Assim que cada pessoa recebe sua porção, a busca começa! Diz-se que quem encontra a moeda da sorte terá sorte no resto do ano!
Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) (“Noël” significa natal em francês) é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro, ou no Dia de São Nicolau (6 de dezembro). A lenda pode ter-se baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau de Mira (270-343). Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia. O Dia de São Basílio (São Basílio de Cesareia ✰ ca. 330 d.C. ✞ 1º/01/379), em 1.º de janeiro, é considerado a data de troca de presentes na Grécia. Assim, a tradição grega é que os presentes são entregues às crianças por São Basílio nessa data.
Na manhã do dia de Ano Novo, “Papai Noel” (ou em grego, São Basílio) traz presentes para as crianças, enquanto os adultos descansam após os folguedos da noite anterior. Cronologicamente, então, a primeira simpatia do Ano Novo
em muitas casas é o “podarikó” (“primeiro pé” ou “pé direito”). Esta é uma tradição que muitos gregos observam. As famílias gregas asseguram-se de que a primeira pessoa a entrar na casa deva usar o pé direito, para que tudo o que vier a acontecer durante o Ano Novo dê certo, ou, em outras palavras, venha com sorte. Neste caso, preferem que o primeiro passo seja dado por um parente de bom coração e de sorte, ou por seu filhinho mais novo, porque os filhinhos são puros e inocentes.
Para que é usada a romã no dia de Ano Novo na Grécia? A romã, ou em grego “rhódi”, é um símbolo de abundância, fertilidade e boa sorte. Em muitas partes da Grécia, após a virada do ano, os gregos jogam com força uma romã do lado de fora da soleira da porta da frente, quebrando-a em muitos pedaços. Acredita-se que isso traga boa sorte e abundância de bens para o lar.
Em algumas áreas da Grécia, a pessoa segura uma romã e a quebra na porta da frente antes de entrar em casa. As sementes se espalham, o que simboliza a felicidade e a boa sorte da casa - e quanto mais sementes de romã melhor!
II. A ENCARNAÇÃO DE NOSSO SENHOR, DEUS E SALVADOR, JESUS CRISTO
Inicialmente, observe-se que a celebração do Natal foi estabelecida pela primeira vez em 25 de dezembro de 397 d.C., durante o patriarcado de São João Crisóstomo (✰ ca. 347 - ✞ 407 d.C.), patriarca de Constantinopla. Segundo outros, o primeiro Patriarca de Jerusalém, Juvenal (✰ ca. 380 - ✞ 458 d.C.), separou, uma da outra, as festas da Epifania (Luzes) e do Natal, que eram até então comemoradas no mesmo dia (6 de janeiro).
Desde então, a Santa Igreja celebra no dia 25 de dezembro a grande e inexplicável encarnação do Filho e Verbo divino pela Mãe de Deus (“Theotókos”).
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A natividade de Cristo
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A hinologia do Natal é uma das mais ricas e constitui o reflexo da exaltação poética dos poetas sacros da Igreja Ortodoxa Grega. Os poetas inspirados pelo Espírito Santo cantaram o grande mistério da encarnação divina e deram, tanto à Igreja incomparáveis poemas de adoração por séculos, quanto à cultura universal provas superiores de arte poética. Os fiéis são chamados, nesses dias santos, para além dos prazeres materiais desses dias (também eles são acompanhantes como sinal de grande alegria) a aproximarem-se mentalmente da manjedoura de Belém e a curvarem-se em frente ao Menino Deus e a deporem perante Ele a sua vida e sua salvação. A magnífica hinologia sacra da grande festividade os ajudará a dizerem o diálogo pastoril: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer.”
Na Missa da Meia Noite (para nós, a tradicional Missa do Galo) e nas outras Missas celebradas durante todo o dia 25 de dezembro, nos principais templos gregos são entoados alguns hinos natalinos de São Romano, o Melodista (✰ ca. 490, em Émesa, na Síria ✞ ca. 556, em Constantinopla).
Karl Krumbacher (23/09/1856 – 12/12/1909), um grande estudioso do hinógrafo São Romano, o Melodista, publicou em Munique muitos hinos inéditos deste e de outros, a partir de manuscritos descobertos na biblioteca do Mosteiro de São João Teólogo na ilha de Patmos.
O Professor fala sobre o trabalho de São Romano:
“Em talento poético, centelha de inspiração, profundidade de emoção e elevação da linguagem, ultrapassa de longe todas as outras melodias.”
Sobre o seu trabalho o Prof. Krumbacher emite o seguinte juízo:
“A história da literatura futura pode declarar Romano o maior poeta eclesiástico de todos os tempos.”
Vamos aqui apreciar pelo menos um deles, que está sendo entoado em todo templo ortodoxo, em minha tradução da língua grega.
Apolytíkion (Quarto tom)
Ἡ γέννησίς σου Χριστὲ ὁ Θεὸς ἡμῶν,
ἀνέτειλε τῷ κόσμῳ, τὸ φῶς τὸ τῆς γνώσεως·
ἐν αὐτῇ γὰρ οἱ τοῖς ἄστροις λατρεύοντες,
ὑπὸ ἀστέρος ἐδιδάσκοντο,
σὲ προσκυνεῖν, τὸν Ἥλιον τῆς δικαιοσύνης,
καὶ σὲ γινώσκειν ἐξ ὕψους ἀνατολήν,
Κύριε δόξα σοι.
Minha tradução:
Tua natividade, ó Cristo nosso Deus,
fez a luz do conhecimento levantar-se sobre o mundo;
pois por tua natividade os que adoraram astros,
por uma estrela foram instruídos
a te adorar, o Sol da justiça,
e a te conhecer como Oriente desde as alturas.
Glória a ti, ó Senhor.
Κontákion (Terceiro tom)
Poema de São Romano, o Melodista
Ἡ Παρθένος σήμερον, τὸν ὑπερούσιον τίκτει,
καὶ ἡ γῆ τὸ Σπήλαιον, τῷ ἀπροσίτῳ προσάγει.
Ἄγγελοι μετὰ Ποιμένων δοξολογοῦσι.
Μάγοι δὲ μετὰ ἀστέρος ὁδοιποροῦσι.
Δι᾿ ἡμᾶς γὰρ ἐγεννήθη, Παιδίον νέον,
ὁ πρὸ αἰώνων Θεός.
Minha tradução:
A Virgem hoje dá à luz o Transcendente,
E a terra oferece uma gruta ao Inacessível,
Os anjos com os pastores O glorificam,
Magos vêm em jornada com a estrela.
Pois por nós nasceu como criancinha,
O Deus Eterno.
Ὁ Οἶκος (a ser lido)
Τὴν Ἐδὲμ Βηθλεὲμ ἤνοιξε, δεῦτε ἴδωμεν·
τὴν τρυφὴν ἐν κρυφῇ εὕρομεν, δεῦτε λάβωμεν,
τὰ τοῦ Παραδείσου ἔνδον τοῦ Σπηλαίου.
Ἐκεῖ ἐφάνη ῥίζα ἀπότιστος, βλαστάνουσα ἄφεσιν·
ἐκεῖ εὑρέθη φρέαρ ἀνώρυκτον,
οὗ πιεῖν Δαυῒδ πρὶν ἐπεθύμησεν·
ἐκεῖ Παρθένος τεκοῦσα βρέφος,
τὴν δίψαν ἔπαυσεν εὐθύς, τὴν τοῦ Ἀδὰμ καὶ τοῦ Δαυΐδ·
διὰ τοῦτο πρὸς τοῦτο ἐπειχθῶμεν, οὗ ἐτέχθη,
Παιδίον νέον, ὁ πρὸ αἰώνων Θεός.
Minha tradução:
Belém abriu o Éden, vinde, contemplemos;
Encontramos deleite no mistério, vinde, recebamos
as coisas do Paraíso dentro da gruta.
Ali apareceu a raiz não regada cuja flor é o perdão.
Ali foi encontrado o poço não cavado
Do qual outrora Davi desejou beber.
Ali uma virgem deu à luz um menino
E saciou simultaneamente a sede de Adão e de Davi.
Por isso, apressemo-nos a este lugar, ali onde nasceu
Uma criancinha, Deus eterno.
NOTA: Este hino é a primeira estrofe da obra mais famosa de São Romano, o Melodista, seu primeiro kontákion sobre a Natividade de Cristo. A 'raiz não regada' a que São Romano se refere é uma referência direta a Isaías 11: 1, "Um ramo surgirá do tronco de Jessé, e das suas raízes brotará um renovo." A imagem da raiz não regada que floresce não se refere apenas ao nascimento de Cristo, mas também à forma de sua concepção. Diz-nos São Leão Magno que “este rebento representa a Bem-Aventurada Virgem Maria, que nasceu do tronco de Jessé e David, e foi fecundada pelo Espírito Santo, dando à luz uma nova flor de carne humana, do ventre de uma mãe, certamente, mas através de um nascimento virginal.”
A referência ao poço subterrâneo do qual Davi “expressou forte desejo de beber água da cisterna da porta de Belém” é particularmente perspicaz. Retirado do segundo Livro de Samuel, 23: 15-17, é uma referência a um incidente durante a campanha do rei Davi e do exército de israelitas contra o exército invasor dos filisteus. Eles estavam acampados fora de Belém, que o exército filisteu havia ocupado. O rei Davi ansiava por matar sua sede e três de seus soldados mais poderosos se ofereceram para romper as linhas inimigas e cavar para o poço que estava perto do portão da cidade de Belém.
Tendo retirado a água, eles a trouxeram a Davi, mas ele se recusou a beber, derramando-a na terra diante de Deus, dizendo: “O Senhor me livre de beber desta água! Seria como beber o sangue dos que arriscaram a vida para trazê-la!”
Cristo é a água viva que saciou a sede de Davi e Adão, bem como a nossa. O ‘sangue dos homens’ (isto é, todo esforço e sacrifício humano) nunca poderia garantir nossa salvação e oferecer vida eterna. Isso só foi alcançado por meio da vinda da Água Viva, Cristo, "Deus Eterno"
Synaxárion (a ser lido)
Τῇ ΚΕ' τοῦ μηνός Δεκεμβρίου, ἡ κατὰ σάρκα Γέννησις τοῦ Κυρίου καὶ Θεοῦ καὶ Σωτῆρος ἡμῶν Ἰησοῦ Χριστοῦ.
Στίχοι
Θεὸς τὸ τεχθέν, ἡ δὲ Μήτηρ Παρθένος.
Τὶ μεῖζον ἄλλο καινὸν εἶδεν ἡ κτίσις;
Παρθενικὴ Μαρίη Θεὸν εἰκάδι γείνατο πέμπτη.
Τῇ αὐτῇ ἡμέρᾳ, Ἡ προσκύνησις τῶν Μάγων.
Στίχοι
Σὲ προσκυνοῦσα τάξις ἐθνική, Λόγε,
Τὸ πρὸς σὲ δηλοῖ τῶν Ἐθνῶν μέλλον σέβας.
Τῇ αὐτῇ ἡμέρᾳ, Μνήμη τῶν θεασαμένων Ποιμένων τὸν Κύριον.
Στίχοι
Ποίμνην ἀφέντες τὴν ἑαυτῶν Ποιμένες,
Ἰδεῖν καλὸν σπεύδουσι Χριστὸν ποιμένα.
Αὐτῷ ἡ δόξα εἰς τοὺς αἰῶνας τῶν αἰώνων. Ἀμήν.
Minha tradução:
Em 25 deste mês de dezembro. A encarnação de Nosso Senhor, Deus e Salvador Jesus Cristo.
Versos
Deus é gerado, sua Mãe, Virgem.
A criação viu um milagre maior?
A Virgem Maria deu à luz Deus em vinte e cinco.
Nesse dia comemoramos a Adoração dos Magos.
Versos
A nobreza pagã te adorando, ó Verbo,
Mostra a honra futura das Nações a ti.
Nesse dia também comemoramos os Pastores que viram o Senhor.
Versos
O rebanho conhece o seu pastor,
Apressa-se para ver Cristo, o Bom Pastor.
A Ele a glória pelos séculos dos séculos. Amém.