quarta-feira, 14 de outubro de 2015

RAPTO DAS SABINAS


Por Francisco José dos Santos Braga



I.  INTRODUÇÃO




Na matéria anterior, cujo título foi "História das Origens do Povo Romano: brevíssima sinopse da história de Eneias até Rômulo e a Fundação de Roma" ¹, utilizei material que Pe. Suitbertus Siedl O.C.M. costuma adotar em seu manual de Latim, denominado Cursus Linguae Latinae Vivae.

Concluí minha tradução daquele material em latim, dizendo que "durante aquele tempo a cidade crescia, e o Estado romano se fortaleceu; mas, devido à falta de mulheres em Roma, em casa não havia esperança de descendência."

Dando prosseguimento àquela matéria, veremos como Rômulo resolveu esse problema de carência de mulheres em Roma.

Conforme já expliquei quando da minha apresentação do Pe. Suitbertus H. Siedl O.C.D. ao leitor do Blog do Braga, esse latinista é grande facilitador e palestrante de encontros da Família de São Jerônimo (Familia Sancti Hieronymi) em diversos países, especialmente nos Estados Unidos.  Nesses inesquecíveis encontros, seus participantes constatamos quão verdadeiras são as palavras de Cícero: "Non tam præclarum est scire Latine, quam turpe nescire" (Cic. Brutus 37, 140), ou seja: "Não é nada especial saber Latim, mas é uma vergonha não sabê-lo."

Como um grande docente de Língua Latina, o austríaco Pe. Siedl prefere acentuar as palavras latinas, como é usual em Português, a utilizar sílabas longas e breves, indispensáveis porém no caso da métrica poética. Como sabemos, tanto o verso grego quanto o latino se baseiam na quantidade: sua métrica se fundamenta na oposição de duração de sílabas longas e sílabas breves. Como aqui não se trata de poesia, mas de prosa, Pe. Siedl permite-se relaxar um pouco as regras   até na poesia admitem-se licenças poéticas! — e tornar mais acessíveis as explicações de temas complexos, o que é um dom dos grandes mestres.



II.  MINHA TRADUÇÃO DO TEXTO LATINO: O RAPTO DAS SABINAS, por Pe. Suitbertus Siedl 



RÔMULO enviou delegados a nações vizinhas que deviam pedir parceria e casamento com um novo povo. Mas em nenhuma parte a embaixada foi ouvida amigavelmente.

Um pouco mais tarde, Rômulo preparou jogos públicos e, tudo estando pronto, mandou anunciar o espetáculo às nações vizinhas. Muitos compareceram atraídos pelo interesse de ver a nova cidade, no meio dos quais havia toda uma multidão de Sabinos com filhos e cônjuges.

Assim que chegou a hora do espetáculo, tendo sido dado um sinal, os jovens romanos correram em todas as direções para raptarem as virgens e grande parte delas o foi.

Rômulo circulava e consolava as virgens raptadas e fazia saber com arrogância aos pais que isso tinha sido feito por terem negado o casamento. Assim os ânimos das raptadas foram consolados.

Mas os pais delas foram à guerra contra os Romanos. No meio da guerra, as mulheres sabinas raptadas irromperam no campo de batalha entre seus pais e (seus) maridos para pedir a paz: "Contra nós  clamaram  voltai as (vossas) iras; nós somos causa da guerra, de massacres e de ferimentos; preferimos perecer a viver viúvas ou órfãs sem uns (maridos) e outros (pais) de vós."

Fez-se silêncio e sobreveio repentina calma. Depois os chefes avançaram para fazerem uma aliança. Fizeram não só a paz, mas também um Estado, de dois. Todo o governo foi transferido para ROMA. 


III. TEXTO LATINO: DE RAPTU VIRGINUM SABINARUM


Abaixo é fornecido o texto que se traduziu acima. Esse texto encontra-se nas pp. 153-5 do manual "Cursus Linguae Latinae Vivae", de Pe. Suitbertus H. Siedl.



ROMULUS legátos ad finítimas géntes misit qui societátem conubiúmque cum pópulo novo péterent. Sed nusquam legátio benígne audíta est.

Paulo post, ludos Rómulus parávit et ómnibus rebus præparátis
²  spectáculum finítimis géntibus nuntiári jussit. Multi convenérunt addúcti stúdio vidéndæ novæ urbis, in quibus erat Sabinórum ³ omnis mutitúdo cum líberis et conjúgibus.

Ubi spectáculi tempus venit, sígnô dátô
, juvéntus Romána ad rapiéndas vírgines  discúrrit magnámque eárum partem rápuit. 

Rómulus circuíbat et raptas vírgines consolabátur docebátque supérbiâ
patrum id factum esse qui conúbium negavíssent. Ítaque raptárum animi mitigáti sunt.

At patres eárum contra Romános arma movérunt. Médio in bello raptæ Sabínæ mulíeres in áciem intra patres et viros irruérunt ut pacem péterent: "In nos — clamárunt
  — vértite iras; nos (sumus) causa belli, nos cædium et vúlnerum (causa) sumus; períre málumus quam sine álteris véstrum víduæ aut orbæ vívere."

Siléntium factum est et repentína quies. Deínde ad fœdus
faciéndum prodiérunt duces. Nec pacem modo , sed civitátem unam ex duóbus fecérunt. Impérium omne collátum¹⁰  ROMAM ¹¹.


IV.  NOTAS EXPLICATIVAS



¹   Cf. in http://bragamusician.blogspot.com/2015/10/historia-das-origens-do-povo-romano.html

²   Ómnibus rebus præparátis = ablativo absoluto (no plural).

³   Sabíni, -órum: um antigo povo da Itália, estabelecido na região norte de Roma.

  Expressão formada por substantivo e verbo (particípio), conhecida por ablativo absoluto. Sígnum: nominativo; sígnô: ablativo.

  Particípio passivo futuro, ou particípio de necessidade.

  Nominativo supérbia (f.); ablativo supérbiâ.

  Ou clamavérunt.

  Fœdus, -eris (n.): tratado, aliança, pacto. Ad faciendum fœdus ou ad fœdus faciendum = para fazer uma aliança.

  Nec... modo, sed (étiam) = non tantum..., sed étiam... = não só..., mas também...

¹⁰   Cónfero, confers, cóntuli, collátus,-a,-um, conférre: reunir, juntar, unir; transferir.

¹¹   Para bem podermos apreciar a bela expressão literária e avaliar os dotes do historiador Tito Lívio (mesmo que numa tradução), vou abaixo apresentar a minha tradução da versão inglesa do texto concernente ao Rapto das Sabinas, traduzido e comentado em Livy: The History of Rome, Books 1-5, em inglês,  por Valerie M. Warrior: 
"Roma já estava tão forte que igualava qualquer dos estados vizinhos em força bélica.  Mas a falta de mulheres significava que a grandeza de Roma duraria apenas para a geração corrente, uma vez que os Romanos nem tinham a esperança de descendência em casa nem de casamento com seus vizinhos. Por conselho dos senadores, Rômulo enviou embaixadores às tribos vizinhas para procurar aliança  e casamento para o novo povo. Os delegados argumentavam que as cidades, como tudo o mais, dão passos iniciais humildes; que a grande riqueza e um grande nome são obtidos por aquelas cidades que são ajudadas por seu próprio valor e pelos deuses. Foi suficiente dar a conhecer que os deuses tinham comparecido ao nascimento de Roma e que o valor de seu povo não iria falhar. Os romanos eram homens como eles próprios, e assim, como vizinhos, não deviam relutar em misturar seu sangue e negociar com eles. 
Em nenhuma parte a embaixada foi bem recebida. Os povos vizinhos os rejeitou, ao mesmo tempo temendo, para si e seus descendentes, o grande poder que era crescente no seu meio. Despedindo os delegados, muitos indagaram se os Romanos tinham também aberto um refúgio para mulheres, pois, pelo menos, seria um jeito de tomar esposas que eram suas iguais. Os jovens Romanos ficaram ressentidos com essa atitude, e as coisas estavam sem dúvida começando a ficar violentas. De forma a combinar um tempo apropriado e local para seu plano, Rômulo ocultou seu ressentimento e cuidadosamente preparou um festival solene em honra de Netuno como patrono dos cavalos, que ele chamou de Consuália. Então ele ordenou que o espetáculo fosse anunciado aos povos vizinhos. Com toda a pompa imaginável e munidos dos recursos daquela época, os Romanos prepararam-se para celebrar esse festival, dando-lhe publicidade para criar expectativa. 
Muitos povos vieram no afã de ver a nova cidade, particularmente os habitantes próximos de Cenina, Crustumério e Antemnas. Todos os Sabinos vieram também, trazendo seus filhos e esposas. Foram bem recebidos como hóspedes em toda casa, e, depois de ver o layout da cidade com seus muros e inúmeros edifícios, ficaram maravilhados com a rapidez do crescimento de Roma. Quando a hora do show chegou, e, enquanto os olhos e pensamentos de todos estavam atentos para ele, a violência premeditada estourou. A um sinal dado, os jovens Romanos irromperam em todas as direções para agarrar as solteiras. Na maioria dos casos, as donzelas foram agarradas pelos homens quando apareciam em seu caminho. Mas algumas garotas excepcionalmente bonitas tinham sido demarcadas pelos líderes do senado e foram separadas por plebeus que tinham recebido essa tarefa. Foi agarrada uma garota que se destacava das demais em aparência e beleza, assim se conta, pela gangue de certo Thalassius. Quando ela lhes perguntou a quem ela estava sendo levada, eles ficaram gritando "Para Thalassius!" para impedir que algum desavisado a violasse. Essa é a origem do grito de casamento ("Thalassio!").   
Os jogos desmembraram-se  em medo e confusão. Os pais das donzelas fugiram, acusando os Romanos de crime de violação da hospitalidade. Invocaram o deus para cujo solene rito eles tinham vindo, apenas para serem iludidos na violação de religião e boa fé. As donzelas abduzidas não estavam nem mais esperançosas da sua situação, nem menos enfurecidas. Mas o próprio Rômulo se aproximou, dizendo-lhes que isso tinha acontecido por causa da arrogância dos pais delas, ao recusar intercâmbio marital com os vizinhos. Entretanto, disse que as mulheres  teriam os plenos direitos de casamento, com participação nas suas posses, cidadania romana e a mais querida posse que a raça humana tem  filhos. Elas deviam acalmar o seu ressentimento e dar seus corações àqueles que a sorte tinha dado os seus corpos. Porque ele disse  muitas vezes a afeição eventualmente veio de um senso de injustiça. Elas encontrariam seus esposos mais amáveis porque cada um deles tentaria não só cumprir sua obrigação, mas também compensaria pela  saudade dos pais e da terra natal delas. Os homens lhes falaram palavras doces,  tentando desculpar-se de sua ação com base no amor apaixonado, uma jura que é particularmente eficiente quando está envolvido o coração de uma mulher. 
(Cf. in https://books.google.com/books?id=M-ikf_c0rB0C&pg=PR6#v=onepage&q&f=false, pp. 16-18)


Por sua vez, a Wikipedia dá a seguinte versão para o incidente conhecido como "O Rapto das Sabinas": 
"Este é o nome pelo qual ficou conhecido o episódio lendário da história de Roma em que a primeira geração de homens romanos teria obtido esposas para si através do rapto das filhas das famílias sabinas vizinhas. Narrada por Tito Lívio (Ab Urbe Condita, 1:9-13 e 1:33) e Plutarco (Vidas Paralelas II, 15 e 19), ela serviu como tema para diversas obras de arte do Renascimento e pós-renascentistas, que uniam um exemplo apropriadamente inspirador da audácia e coragem dos antigos Romanos, com uma oportunidade de retratar diversos personagens, incluindo figuras heroicamente seminuas, envolvidas numa disputa intensamente passional. (...) 
Segundo Lívio, o rapto teria acontecido no início da história de Roma, logo após sua fundação por Rômulo e seus seguidores, em sua maior parte homens. À procura de esposas com quem pudessem formar famílias, os Romanos negociaram, sem sucesso, com os Sabinos, que haviam povoado a região anteriormente. Temendo o surgimento de uma sociedade rival, os Sabinos recusaram-se a permitir que suas mulheres se casassem com os Romanos; estes tiveram então a ideia de raptar as mulheres sabinas. Rômulo inventou então um festival em homenagem a Netuno Equestre, e proclamou-o aos povos vizinhos de Roma. De acordo com Lívio, muitos habitantes destes povoados vizinhos compareceram ao festival, incluindo os Ceninenses, os Crustumerinos e os Antemnos, bem como muitos dos Sabinos. Durante o festival, Rômulo deu um sinal, indicando a seus conterrâneos que era hora de capturar as mulheres sabinas, o que eles fizeram, enquanto combatiam os homens. Após o rapto, as mulheres, indignadas, logo se viram diante de um Rômulo que lhes suplicava que aceitassem os Romanos como seus maridos. 
Lívio é claro em afirmar que não houve abuso sexual da parte dos Romanos; pelo contrário, Rômulo ofereceu a elas liberdade de escolha, prometendo-lhes direitos civis e de propriedade. Ainda de acordo com Lívio, ele teria pessoalmente ido a cada uma delas e indicado a elas que tudo aquilo era culpa de seus pais, que haviam negado a elas o direito de casar-se com seus vizinhos. Elas viveriam em uniões matrimoniais dignas, e partilhariam de todos os direitos civis e de propriedade, bem como — o mais precioso à natureza humana  seriam mães de homens livres. 
Furioso com o ocorrido, o rei dos Ceninenses invadiu o território de Roma com seu exército. Rômulo e os Romanos os enfrentaram em combate, assassinando o rei e derrotando suas tropas. Em seguida, Rômulo atacou a cidade de Cenina e a conquistou já na primeira tentativa. 
Ao retornar a Roma, Rômulo dedicou um templo a Júpiter Ferétrio (de acordo com Lívio, o primeiro templo dedicado em Roma) e ofereceu os espólios do rei inimigo como spolia opima. De acordo com os Fasti Triumphales, Rômulo teria celebrado um triunfo sobre os Ceninenses em 1º de março de 752 a.C. 
No mesmo período, o exército dos Antemnos fez uma incursão em território romano. Os Romanos então retaliaram, derrotando os Antemnos em combate e conquistando sua cidade. De acordo com os Fasti Triumphales, Rômulo teria realizado um segundo triunfo naquele mesmo ano, celebrando esta nova vitória. 
Os Crustumerinos também deram início a hostilidades com os Romanos, porém sua cidade foi rapidamente conquistada por estes. Colônias romanas foram enviadas em seguida para Antemnas e Crustumério por Rômulo, e diversos cidadãos destas cidades também migraram para Roma (especialmente as famílias das mulheres capturadas).  
Os Sabinos também entraram em guerra contra os Romanos, liderados por seu rei, Tito Tácio. Quando Tácio atacou Roma, ele quase logrou capturar a cidade devido à traição de Tarpéia, filha de Espúrio Tarpéio, governador da cidadela no topo do Monte Capitólio. Tarpéia abriu os portões da cidade para os Sabinos em troca do que eles portavam em seus braços, o que ela acreditava serem os braceletes de ouro usados por eles. Em troca, os Sabinos esmagaram-na até a morte com seus escudos, e em seguida a arremessaram de cima da rocha que posteriormente passou a levar o seu nome, a Rocha Tarpéia. 
As forças romanas atacaram os Sabinos, que agora tinham a posse da cidadela. O avanço romano foi liderado por Hosto Hostílio, enquanto os Sabinos eram comandados por Meto Cúrcio. Quando Hostílio foi morto, a linha de frente romana recuou até as portas do Palatino; lá, Rômulo reuniu seus homens e, prometendo construir um templo de Júpiter Estator naquele local, conduziu os Romanos de volta à batalha. Na sequência do combate, Meto Cúrcio foi derrubado de seu cavalo e fugiu da batalha; os Romanos conquistaram a vantagem, até que a um certo ponto as mulheres sabinas intervieram na batalha, tentando reconciliar os dois lados: 
"(Elas) entraram corajosamente no meio dos objetos que eram arremessados, com cabelos despenteados e roupas rasgadas. Correndo por entre o espaço entre os dois exércitos, tentavam fazer com que os combates cessassem e acalmar as paixões exaltadas apelando aos seus pais, num dos exércitos, e a seus maridos, no outro, para que não amaldiçoassem a si mesmos ao manchar suas mãos com o sangue de um sogro ou de um genro, nem desse a seus descendentes a mancha do parricídio. 'Se  gritaram  vocês estão cansados destes laços de parentesco, destes laços matrimoniais, voltem então sua ira para nós; somos nós o motivo desta guerra, fomos nós que ferimos e matamos nossos maridos e nossos pais. Melhor perecer do que viver sem um ou outro de vocês, seja como viúvas ou órfãs.' Após a reconciliação que se seguiu, os Sabinos concordaram em formar uma nação única com os Romanos, e o rei sabino, Tito Tácio, passou a governar Roma juntamente com Rômulo até a sua morte, cinco anos mais tarde. Os novos habitantes sabinos de Roma passaram a viver no Capitólio." 
(Cf. in https://pt.wikipedia.org/wiki/Rapto_das_Sabinas)


V.  BIBLIOGRAFIA  CONSULTADA





SIEDL, Suitbertus H.: Cursus Linguae Latinae Vivae, Clearwater, FL, USA: Editiones Familiae Sancti Hieronymi, 1991.

WARRIOR, Valerie M.: LIVY: THE HISTORY OF ROME, Books 1-5, Ed. Hackett Publishing Company,  2006, 496 p.

 

7 comentários:

Francisco José dos Santos Braga (escritor, pianista e compositor, gerente do Blog de São João del-Rei e do Blog do Braga) disse...

Dando prosseguimento à minha tradução de "História das Origens do Povo Romano",veremos como Rômulo resolveu o problema da carência de mulheres em Roma. Tinha concluído minha tradução daquele material em latim, dizendo que
"durante aquele tempo a cidade crescia, e o Estado romano se fortaleceu; mas, devido à falta de mulheres em Roma, em casa não havia esperança de descendência."
Francisco José dos Santos Braga

Rute Pardini (cantora lírica) disse...

Querido amado,
Muito bom seu artigo das sabinas!
Eu sei o quanto você estudou sobre mitologia, anos a fio de estudos com o Alexandre Orfanídis lá em Brasília.
Interessante é que você, ao escrever algo relacionado com a mitologia, pode buscar em seus estudos anteriores embasamento para que seu texto fique enriquecido de informações.
Parabéns! Ficou muiiiiiito bom
Sua amada "não sabina" RUTE.
Você roubou meu coração naquele maravilhoso dia em que nos conhecemos em Divinópolis, sem necessidade de combate contra o sogro. Meu pai o admirou desde o primeiro instante...
Amo-o E T E R N A M E N T E!
Rute

Prof. Mário Celso Rios (professor, escritor, conferencista e presidente da Academia Barbacenense de Letras) disse...

Oi, BRAGA!
John Kenneth CLARK tem uma obra-prima denominada "Civilização" que costumo indicar aos alunos da graduação! Ele com sutileza expõe o que seja isso em oposição à barbárie.
Assim, você, ao traduzir essa obra que contém o RAPTO DAS SABINAS, dá sua contribuição para se conhecer melhor fatos de relevância universal! E sobre o legado civilizatório de Roma.
Parabéns !
M. Celso
Nota: lembrei -me de um filme que evoca esse tema. Sete noivas para sete irmãos.
http://m.imdb.com/title/tt0047472/mediaindex/?rmconst=rm2582488576&ref_=m_tt_ov_i

Prof. Fernando Teixeira (professor universitário, escritor e Secretário Geral da Academia Divinopolitana de Letras) disse...

Muito obrigado pelo envio demais uma de suas preciosas pesquisas. Abraço do Fernando Teixeira

Dr. Mário Pellegrini Cupello (pesquisador, escritor e presidente do Instituto Cultural Visconde do Rio Preto, de Valença) disse...

Caro amigo Braga
Que fôlego tem o ilustre amigo! Parabéns pelo resgate da história mundial, traduzindo importantes textos do latim, do grego e sabe lá de quantos outros idiomas...
Esses assuntos – que recebemos com grande prazer – vêem, dia a dia, enriquecendo os nossos melhores arquivos.
Aceite as nossas reiteradas felicitações.
O amigo Mário.

João Paulo Guimarães (jornalista, gerente da TV DelRei e de vários blogs) disse...

Interessante amigo. Parabéns!

Carlos Fernando dos Santos Braga (administrador e funcionário da UFSJ-Universidade Federal de São João del-Rei) disse...

Francisco,
Sensacional o texto. Lembrei-me, e com muita saudade, do Prof. Domingos Horta (carinhosamente intitulado Domingão) e sua sagacidade em nos ensinar História no antigo Ginásio Santo Antônio, de São João del-Rei.
O texto é tal como. Somado a sua competência "latina". Fernando Braga