segunda-feira, 4 de julho de 2016

CONCERTO DE FORMATURA DA CANTORA LÍRICA RUTE PARDINI


Por Francisco José dos Santos Braga


Rute Pardini no seu recital de formatura

Chegara o dia do Recital de Formatura de Rute Pardini: 10 de julho de 2008. Por especial consideração e a pedido da cantora interessada, o funcionário da Anatel responsável pelas atividades artísticas tinha reservado, em caráter excepcional, o Espaço Cultural Anatel, em Brasília, para aquele singelo evento cultural, apesar de encontrar-se desativado durante os últimos quatro anos.

Rute Pardini trazia em sua bagagem inúmeras experiências acadêmicas:
  conclusão do primeiro semestre na Faculdade Mozarteum de São Paulo, onde recebeu aulas da Profª Hildaléa Gaidzakian (2001); 
participação no Curso de Inverno 2003 de Técnica Vocal e Atuação Dinâmica no Teatro Colón, em Buenos Aires, ministrado pela Profª Suzana de Sanches Lacorazza; 
participação em diversos Cursos Internacionais de Verão da Escola de Música de Brasília (CIVEBRA-DF), sob a orientação da Profª Honorina Barra; 
aquisição de preciosos conhecimentos durante o curso de graduação para obtenção do diploma de Bacharel em Música com habilitação em Canto Lírico, no Departamento de Música da UnB, realizado entre 2003 e 2007, em que a professora responsável foi Irene Bentley; 
participação na atividade "Cortina Lírica", quando interpretou "Susanna" em "As Bodas de Fígaro", de Mozart, no Espaço Cultural JK do SESC, em 4 de dezembro de 2003;
valiosos conhecimentos adquiridos durante os cursos de Canto Coral ministrados pelos professores David Junker e Edson Andrade;
participação em muitos recitais, especialmente tendo Prof. Daniel Tarquínio e Alla Dadaian (pianistas com formação na Rússia), como seus correpetidores; 
   aperfeiçoamento vocal com a Profª Denise Tavares, em Brasília; 
participação na atividade "Ópera Estúdio", quando interpretou "Susanna" na apresentação de "As Bodas de Fígaro", de Mozart, no Teatro Ulysses Guimarães  da UNIP, nos dias 13 e 16 de dezembro de 2004, com acompanhamento da pianista Vânia Marise; 
participação na atividade "Ópera Estúdio", quando interpretou a cigana "Frasquita" na apresentação da ópera "Carmen", de Bizet, montada no Teatro do SESI de Taguatinga, nos dias 27 e 28 de junho de 2006, bem como no Teatro Nacional Cláudio Santoro, no dia 30 de junho de 2006. Nas três récitas, houve a participação do coro do Senado Federal, do Grupo Flamenco Capricho Espanhol e do Coro Infanto-Juvenil Viva Voz, com acompanhamento da pianista Vânia Marise. Para essa montagem, foi necessário o trabalho conjunto de 3 Departamentos da UnB: de Música (direção de Irene Bentley), de Artes Cênicas  e de Artes Visuais (direção de Jesus Vivas e Marcus Mota). 
 
Para fazer jus ao diploma de Bacharel em Canto Lírico, Rute Pardini preparou-se devidamente para interpretar o repertório programado para o Recital de Formatura ¹, dispondo-se a cantar o difícil programa abaixo citado:


RECITAL DE FORMATURA

PROGRAMAÇÃO

Formanda: Rute Pardini, soprano lírica coloratura
Acompanhadora: Vânia Marise, pianista 



1ª  PARTE

1) Ich will dir mein Herze schenken (oratório Paixão segundo São Mateus), de Johann Sebastian Bach (1685-1750)
2) Rejoice greatly (oratório Messias), de George Friedrich Händel (1685-1759)
3) Deh, vieni, non tardar (recitativo e ária - ópera As Bodas de Fígaro), de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
4) Ch'io mi scordi di te? (recitativo e ária - Ária de Concerto), de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
5) Al Desio (ária optativa de Susana na ópera As Bodas de Fígaro), de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)


2ª  PARTE  


6) Giusto ciel, in tal periglio (ária de Pamira na ópera Maometo II, ato I), de Gioacchino Antonio Rossini (1792-1868)
7) Filomela Op. 18, nº 2, de Alberto Nepomuceno (1864-1920)
8) Não sei por que espírito antigo (o primeiro dos 12 Poemas da Negra), de M. Camargo Guarnieri (1907-1993)
9) Kritiku Op. 109 (sátira sob versos de Sasha Chorny), de Dmitri Shostakovich (1906-1975)


A banca constituída para avaliar a performance da recitalista era composta pelos distintos professores da Faculdade de Música da UnB: Irene Bentley, o saudoso Conrado Silva de Marco ² (Montevidéu, 1940-São Paulo, 2014) e Ebnézer Maurílio Nogueira da Silva, professor de História da Música, fagote e flauta. Ao final, a recitalista, para sua alegria, foi "aprovada com louvor" pela banca. 

Um dos jurados no concerto de formatura, Professor Conrado Silva, já conhecia a competência de Rute Pardini. Em dezembro de 2007, seis meses antes, já a havia convidado, como cantora lírica, para interpretar "voz lírica" (alma), em "Sonho de Lady Macbeth" ³, um espetáculo teatral de instalações performáticas e intervenção urbana, encenado na praça e na rampa do Museu da República, durante 3 noites, tendo Willian Lopes na Direção Geral, com Trilha Original (eletroacústica) composta por Prof. Conrado Silva e sua ex-aluna Janaína Sabino.

Ocorreu um fato curioso quando Rute Pardini cantava a ária "Deh, vieni, non tardar", de Mozart: inopinadamente a cantora decidiu colher uma delicada  rosa de uma roseira, que decorava o palco, e ofertou-a ao eminente compositor e regente Jorge Antunes, que se encontrava na plateia. O homenageado ficou literalmente "atarantado" com a surpresa da dádiva e, sem saber se fora o escolhido, ficou olhando para os lados para constatar se havia outra pessoa a seu lado, além de sua esposa Marilga. Ao ter a confirmação de sua esposa de que era ele mesmo o escolhido, levantou-se para receber o merecido "troféu". Sobre a impressão de Jorge Antunes diante do inusitado da situação, vou transcrever aqui uma crônica escrita pelo próprio na data de hoje, para deleite do leitor do Blog do Braga. Com a palavra: Jorge Antunes!



O DIA EM QUE ENRUBESCI


Jorge Antunes


Gosto de, no teatro, sentar–me no meio da plateia, ou no fundo. Tenho pavor de me sentar na primeira fileira. Isso acontece, principalmente, quando vou ao circo ou ao teatro assistir a alguma peça de teatro moderno. A razão é muito simples: fico com medo de um dos atores se dirigir a mim, ou, o que é mais dramático e desesperador, me atacar, vindo a mim, e querer me levar à força para o palco.

Mas, em 2009, ou em 2008, não me lembro exatamente, fato semelhante me aconteceu afortunadamente. Fui alvo da ação que sempre temi: fui “atacado” pelo artista em cena. Mas foi um ataque bom, carinhoso e emocionante.

O palco era habitado pelos personagens tradicionais de um recital de canto e piano: uma soprano, uma pianista e um piano. Mas alguns adereços gigantes enchiam mais ainda a cena: uma fulgurante roseira coberta de múltiplas rosas adornava a lateral do piano; um jarro, ou xaxim, ou vaso, não me lembro bem, fazia "pendant" simétrico, do outro lado, com dezenas e dezenas de outras flores vermelhas. Não sou expert em nomes de flores, porque em geral me apego mesmo é às suas cores. Talvez fossem tulipas, cicames, rosas, ...

Tudo ia muito bem, com a voz maviosa da cantora e o acompanhamento perfeito e seguro da pianista. A grande plateia se extasiava, tal como eu, com árias de óperas tradicionais e canções brasileiras.
A cantora era detentora de sólida formação acadêmica: estudara na Faculdade Mozarteum de São Paulo e o recital era o coroamento do grau de bacharel pela Universidade de Brasília. Conhecíamos suas belas interpretações como Susanna nas "Bodas", de Mozart, e como Frasquita na "Carmen", de Georges Bizet.

O momento enrubescedor aconteceria logo logo, quando a cantora terminava a primeira frase melódica da ária em que a personagem colhia uma flor. Ela pegou uma rosa de uma roseira que enfeitava o palco e desceu os quatro degraus da pequena escada do Teatro da ANATEL. Com vibrato intenso, ela começou a caminhar pela plateia, munida de sua voz de soprano coloratura e também de uma rosa.

Danou-se! Lá vinha a Rute Pardini em minha direção. Fiquei branco, petrificado, com sangue subindo e se concentrando nas bochechas. Rute se curvou à minha frente e me ofereceu a rosa.
Rute Pardini homenageia o compositor Jorge Antunes com uma rosa


Mil olhos se voltaram para mim. O mundo desmoronou sobre minha cabeça que, atordoada, tapou meus ouvidos, fechou minha memória, e apagou todas as árias, melodias e canções que ali eram cantadas. A rosa me ensurdeceu fazendo com que em minha cabeça aparecessem filmes, em flash-back, dos trabalhos acadêmicos que Rute e Braga, seu marido compositor, haviam desenvolvido em minhas aulas na UnB. Percebi que ali, naquele momento, Rute e Braga me homenageavam de modo especial. Tínhamos, os três, vivido belas experiências, durante alguns anos, nas formações acadêmicas dos dois bacharéis. Foram muitas as experiências: aulas, pesquisas, gravações. Mas não só isso. Estivéramos também lado a lado em batalhas políticas e idealistas da vida cultural de Brasíla e da Universidade.

A rosa da Rute me emocionou muito, fazendo com que eu perdesse o medo de ser atacado por artistas que saem do palco para a plateia. Mas, cá pra nós, continuo sem coragem de me sentar na primeira fileira.

Brasília, 04 de julho de 2016



NOTAS  EXPLICATIVAS




¹  Encontram-se disponíveis no YouTube peças integrantes daquele concerto de formatura, a saber: 
Mozart: Deh, vieni, non tardar (recitativo e ária)
Mozart: Ch'io mi scordi di te? (recitativo e ária)
Rossini: Giusto ciel, in tal periglio
Alberto Nepomuceno: Filomela Op. 18, nº 2
Camargo Guarnieri: Não sei por que espírito antigo
Shostakovich: Kritiku Op. 109

²  Conrado Silva de Marco notabilizou-se como um dos maiores entendidos em acústica arquitetônica no País. [GUERRA, 2014, 224-7] resume sua biografia da seguinte forma:
"Estudou com Héctor Tosar e frequentou vários cursos de férias e workshops, sob a direção de Boulez, Stockhausen, Kagel, Ligeti, Riedl, Pousseur e John Cage. Especializou-se em acústica arquitetônica e em música eletroacústica. Fixou residência no Brasil a partir de 1969, contratado como professor do Departamento de Música da UnB. Foi o criador de importantes estúdios universitários no Brasil: na UnB em 1969; no Instituto de Artes da Unesp em 1977; e na Faculdade Santa Marcelina em 1985. A partir de 1986 criou seu estúdio particular denominado Syntesis. Criou juntamente com Coriún Aharonián os Cursos Latino-americanos de Música Contemporânea, que ocorreram entre 1971 e 1989, em diversos países da América Latina. Coordenou o Núcleo Música Nova em São Paulo. Influenciou gerações de compositores e pesquisadores brasileiros com seu conhecimento técnico, sabedoria e generosidade ímpar."
Foram realizadas 15 edições dos CLAMC-Cursos Latino-americanos de Música Contemporânea, conforme documentado por Coriún Aharonián (2007) na seguinte sequência de sedes: 
Cerro del Toro, Uruguai (1971);
Cerro del Toro, Uruguai (1972);
Cerro del Toro, Uruguai (1974);
Cerro del Toro, Uruguai (1975);
Buenos Aires, Argentina (1976);
Buenos Aires, Argentina (1977);
São João del-Rei, Brasil (1978);
São João del-Rei, Brasil (1979);
Itapira, Brasil (1980);
Santiago de los Caballeros, República Dominicana (1981);
Uberlândia, Brasil (1982);
Tatuí, Brasil (1984);
San Cristóbal, Venezuela (1985);
Cerro del Toro, Uruguai (1986);
Mendes-RJ, Brasil (1989).

O último, XV CLAMC, realizado na Fazenda São José das Paineiras, em Mendes-RJ, está bem documentado por Paraskevaídis (1989): 
"O Decimo-quinto Curso Latino-Americano de Música Contemporânea foi organizado pela equipe permanente integrada por José Maria Neves (Brasil, presidente), Coriún Aharonián (Uruguai, secretário executivo, Graciela Paskevaídis (Argentina/Uruguai), Cergio Prudencio (Bolívia) e Conrado Silva (Uruguai/ Brasil). Este Curso contou com o apoio do Governo da Áustria; do Governo da Holanda; do Centro para la Difusión de la Música Contemporánea del Ministerio de Cultura da Espanha; do Goethe-Institut de Munich, República Federal de Alemanha; da Indiana University, Estados Unidos; da Funarte/Ministério da Cultura do Brasil; Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO) e da Syntesis/São Paulo, Brasil."
Fontehttp://latinoamerica-musica.net/historia/pdfs/CLAMC%20XV%20completo.pdf, p. 14-15 (Acesso em 03/07/2016)


³  O nome atual é "Sonho Macbeth". Passo a transcrever o que localizei na Internet: 
"Sonho Macbeth é um espetáculo teatral de instalações performáticas e intervenção urbana, desenvolvido a partir do texto dramático Macbeth de William Shakespeare. A proposta foi desenvolvida especialmente para o Museu da República no ano de 2007. Apresentado nas madrugadas desérticas da noite brasiliense: o evento reuniu cerca de 2 mil pessoas em três dias de apresentações.
Museu da República - Brasília - Brasil / dezembro de 2007  
Direção Geral: Willian Lopes  
Produção Executiva: Daniela Gonçalves  
Elenco: (...)  
Trilha Original: Conrado Silva e Janaína Sabino  
Percussão: Renato Carvalheira  
Cantora Lírica: Rute Pardini  
Fotografias: Diego Bressani e Bernardo Rebello  
Filmagem: Pá-virada Filmes  
Parcerias: Espaço Cultural Mosaico e Pá-virada Filmes"

(Acesso em 03/07/2016)


⁴  Jorge de Freitas Antunes (Rio de Janeiro, 23/04/1942) é um compositor brasileiro. Realizou seus estudos musicais tradicionais na Universidade do Brasil (atual UFRJ): violino, regência e composição. Fez cursos de aperfeiçoamento em Buenos Aires, Utrecht e Paris, tendo estudado com Alberto Ginastera, Kröpfl, Gandini, Koenig, Bayle, Reibel e Pierre Schaeffer. Entre 1976 e 1977, terminou seu Doutorado na Universidade de Paris VIII, sob a orientação de Daniel Charles.

Compôs a ópera Olga, baseada no drama da vida de Olga Benário. A partir de 1961 se destacou como precursor da música eletroacústica no Brasil e iniciou pesquisas no domínio da correspondência entre os sons e as cores. Desenvolveu uma técnica de composição a que dá o nome de Música Cromofônica, e em 1965 começou a produzir obras de multimídia.

Em 2014 estreou outra ópera de sua composição, "A Cartomante", baseada no conto de Machado de Assis. A estreia ocorreu em Brasília, com apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro sob a regência de seu filho, Jorge Lisboa Antunes, nos dias 31 de julho a 3 de agosto.

Apesar de sempre compor música eletroacústica, possui um catálogo instrumental muito vasto que inclui muitas obras sinfônicas, música de câmara e duas grandes óperas. Suas partituras são editadas por Suvini Zerboni, Billaudot, Breitkopf & Härtel, Salabert e Sistrum.

Desde 1973 até 2011, foi professor do Departamento de Música da Universidade de Brasília, onde lecionou e fundou o Laboratório de Música Eletroacústica, ensinando Composição, Contraponto e Acústica Musical. Apesar da aposentadoria, mantém intensa atividade acadêmica como pesquisador sênior, orientando trabalhos de pós-graduação. Em entrevistas, ele confirma que mesmo compondo músicas, o seu grande amor sempre será lecionar.

Foi agraciado com a Comenda da Liberdade e Cidadania (1ª edição de 2011), na Fazenda do Pombal, sítio onde nasceu o Tiradentes.

Fontehttps://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Antunes
(Acesso em 03/07/2016)



BIBLIOGRAFIA  CONSULTADA



AHARONIÁN, Coriún: Resumen de los quince cursos latinoamericanos de música contemporánea. 2007. Disponível in www.latinoamerica-musica.net/informes/cursos.html
(Acesso em 03/07/2016)

GUERRA, Anselmo: "Conrado Silva (1940-2014) - um legado para a Música Eletroacústica Brasileira", Revista Música Hodie, Goiânia, v. 14, nº 2, 2014 
(Acesso em 03/07/2016) 

LOPES, Willian: Sonho Macbeth - 1ª edição - Museu da República - Dez 2007. Disponível in https://willscard.carbonmade.com/projects/2914943  
(Acesso em 03/07/2016)

PARASKEVAÍDIS, Graciela: Decimo Quinto Curso Latinoamericano de Música Contemporânea - Brasil, 1989, 65 p. Disponível in http://latinoamerica-musica.net/historia/pdfs/CLAMC%20XV%20completo.pdf
(Acesso em 03/07/2016)

27 comentários:

Francisco José dos Santos Braga (escritor, pianista e compositor, gerente do Blog de São João del-Rei e do Blog do Braga) disse...

Com satisfação, envio-lhe agora este texto, descrevendo a noite do recital de formatura, em que minha amada esposa Rute Pardini, há exatos 8 anos atrás, brilhava no Teatro da Anatel.

Para seu deleite, incluo ainda a divertida crônica "O dia em que enrubesci", a mim enviada pelo eminente maestro e compositor Jorge Antunes, nosso professor amigo, lembrando-se de Rute com carinho naquela memorável apresentação, coincidentemente às vésperas de mais um aniversário do recital.

José Claret Mattioli (empresário na área de informática, escritor, membro e Coordenador da COMISSÃO PERMANENTE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING INSTITUCIONAL / CPCMI da ALL-Academia Lavrense de Letras) disse...

Bom dia, amigo Braga...

Repasse à esposa Rute Pardini meus cumprimentos pelo recital há 8 anos atrás. E acrescente minha admiração pelo belíssimo repertório escolhido para esse evento.

Com meu abraço.

Cláudio Márcio Lopes (fotógrafo são-joanense e expositor) disse...

Bom dia Francisco,
muitíssimo obrigado por partilhar comigo, vou ver o video com calma no youtube!
Parabéns para Rute, sua esposa...por acaso hoje é o aniversario de Regina, minha esposa!
Grande abraço.
Claudio

Ray Pinheiro disse...


CONCERTO DE FORMATURA DA CANTORA LÍRICA RUTE PARDINI ESPOSA DO GRANDE MAESTRO , MINEIRO , SÃO-JOANENSE, ECONOMISTA , COMPOSITOR , PIANISTA , PROFESSOR , Dr. FRANCISCO JOSE DOS SANTOS BRAGA.

Sempre com muita alegria , recebo e compartilho as noticias do Blog do Braga , um grande amigo São-joanense que tenho a honra de ser amigo e admirador a muitos anos e aproveito para cumprimentar sua esposa Rute Pardini uma grande artista.

José Maurício de Carvalho (professor universitário de Filosofia, coordenador de colóquios de Filosofia, escritor e membro da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Obrigado Francisco. Abraços, Mauricio

Dr. Alaor Barbosa (advogado, cronista, escritor, membro da Academia de Letras de Goiás, da Academia Brasiliense de Letras, da Associação Nacional de Escritores e do Instituto Histórico e Geográfico do DF) disse...

Grazie tanto, amico!
Alaor Barbosa.

Lúcia Maria Alves Ferreira Gonçalves Netto disse...

Braga,
Linda e maravilhosa Rute! 👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
Voz linda! Grande dádiva recebida do Criador e aperfeiçoada por essa criatura fantástica!
Um beijo grande pra vcs.

Prof. Fernando Teixeira (professor universitário, escritor e membro da Academia Divinopolitana de Letras, onde é Secretário Geral) disse...

Muito obrigado, amigo, pelo envio do documentário. Nosso pai São Francisco, o simples cantor da oração divina, há de abençoar você e Rute sempre, pois é preciso cantar. Afinal, nosso Deus é o Deus da dos sons e das harmonias, das vozes e da alegria. Fernando Teixeira

Anderson Braga Horta (poeta, escritor, ex-presidente da ANE-Associação Nacional de Escritores e membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal) disse...

Obrigado, Francisco!
Parabéns, Rute!
Abraços ao casal.
Anderson

Dr. Rogério Medeiros Garcia de Lima (desembargador, escritor e membro da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

BRAVO!

José Cláudio Henriques (escritor, jornalista, redator de O Grande Matosinhos, membro da Academia de Letras e presidente do IHG de São João del-Rei) disse...

Parabéns à amiga Rute por todas as suas participações, seja no Brasil ou no exterior.

Abraços. Jclaudio.

Geraldo Ananias Pinheiro (escritor e autor de inúmeros romances) disse...

Tudo muito bonito. Parabéns.

Jorge Antunes (representante da música contemporânea, professor, escritor e ensaísta musical) disse...

Oi, Braga:

Eu já havia lido no seu blog que, por sinal, está muito bom: bem feito, com ótimos textos e alta qualidade. Parabéns.

Lourdes Inácio Lima (pedagoga e proprietária da Escola Catavento) disse...

Lindo texto. É sempre bom reler coisas que emocionam. Parabéns, Rute, pelo aniversário de formatura!

Dr. Lúcio Flávio Baioneta (escritor, conferencista, proprietário da Análise Comercial Ltda em Belo Horizonte e colaborador do Blog de São João del-Rei) disse...

Meu prezado amigo FJSBRAGA, faça, por favor, chegar até sua esposa Sra. Rute Pardini, os meus parabéns tanto pelo recital em 2008, quanto pelos recitais que sempre participa com raro brilho.
Um abraço do
Lúcio Flávio.

Prof. Mário Celso Rios (professor, escritor, conferencista e presidente da Academia Barbacenense de Letras) disse...

Obrigado pelos últimos E-mails ricos de notícias e dignidade!
A você e RUTE, meu abraço,
M. CELSO

Giulio e Teresa Albini (casal amigo da Itália) disse...

Bellissimo!!!! Tanti cari auguri e complimenti alla Rute e a Francisco, con l’affetto di sempre! Giulio e Teresa

Ruth do Nascimento Viegas (presidente do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural de São João del-Rei) disse...

Prezado amigo, Francisco.
Magnífico!
Parabéns!
Cordialmente, Ruth

Dr. José Egídio de Carvalho (vice-presidente da ACI e vice-presidente da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Aplausos.
Abraço...

José Antônio de Ávila disse...

Bravo! Parabéns Rute, parabéns Braga!

Paulo Roberto Souza Lima (escritor, gestor cultural e membro do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei) disse...

Satisfeito fico eu, companheiro Francisco, de saber um pouco mais da sua parceira de caminhadas nesta nossa dimensão terrena. Empolgado pelo seu texto, envio um fraterno abraço a vc e à Rute.

Maria Auxiliadora Muffato (poetisa) disse...

Olá, Braga, fantástica a apresentação de sua amada Rute

em seu recital de formatura. Parabéns a ela e a você,

parceiros na arte e no amor.

Abraços de Gina


Aproveito para lhe dizer que recebo e leio os textos

que me envia. Alguns, de forma especial, me encantam.

Prof. Ulisses Passarelli (folclorista, escritor e dono do blog Tradições Populares das Vertentes) disse...

Tenho recebido regularmente teus textos, fonte de grande conhecimento. Muito agradecido.

Abraço cordial,
UP

José Carlos Hernandez Prieto (tradutor, escritor, articulista, membro do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Caro Braga; parabéns a vocês. Belo trabalho e bela apresentação. Grande abraço. J. Carlos Hdez.

Adilson José do Nascimento (pintor, artista plástico e restaurador) disse...

Caro amigo, Francisco Braga. Com muita alegria e emoção pude assistir algumas apresentações de sua AMADA ESPOSA. Aliás, belas apresentações. É aqui " AMADA ESPOSA " que eu, Adilson Nascimento me rendo a esse seu verdadeiro romantismo. Como é original essa sua postura profunda quando se refere a sua esposa. Parabéns a vocês dois pela cumplicidade, união e exemplo. Hoje, torno-me mais seu amigo. Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? Não importa os porquês, não importa o coloquial cumprimento da língua portuguesa, pois as palavras que saem de dentro são verdadeiras e não têm correções. As correções ficam por conta dos que escrevem, mas não cumprem com o verdadeiro sentido e sentimento.
Um abraço, Adilson Nascimento

Sônia Márcia da Matta (corretora, proprietária da PARIS IMÓVEIS em São João del-Rei) disse...

Amigos Rute e Francisco Braga,
Parabéns pelo concerto de formatura da nossa Rute.
Que lindo! Uma voz cheia de emoção que transmite paz, serenidade e esse amor do casal,essa cumplicidade. Essa admiração mútua entre vocês é tudo de bom.
E quando é você cantando e ele tocando piano, é muito harmonioso, maravilhoso
Um belo espetáculo.
Com muito carinho
Sônia Márcia da Matta

Ricardo Lombardi (corretor, proprietário da PARIS IMÓVEIS de São João del-Rei) disse...

Caros amigos Rute e Francisco,
Parabenizo o casal pelo esplêndido recital.