segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Recomendações Délficas > > > Parte 1


Por Francisco José dos Santos Braga





I. Introdução



O Blog do Braga disponibiliza a seus leitores a tradução, diretamente da língua grega, das 147 Recomendações Délficas, a maioria delas atribuída aos Sete Sábios da Antiguidade. Para isso, baseou-se na pesquisa desenvolvida pela filóloga grega Maria Lysandrou que, vasculhando as obras em língua grega, sistematizou um corpo de recomendações que supostamente figuravam no átrio do Templo dedicado ao deus Apolo em Delfos ¹. O seu trabalho apareceu na revista Trito Máti (Terceiro Olho) nº 160, edição de abril de 2008, publicado como encarte num pôster (em língua grega antiga e moderna).

Cabe ainda observar que a tradução proposta abaixo é fruto do juízo que se formou a partir das duas versões oferecidas pela referida filóloga, em grego antigo e em grego moderno.

A filóloga responsável pela tradução do grego antigo para o grego moderno ainda fez algumas ponderações a título de introdução ao seu trabalho.

II. Minha tradução para a língua portuguesa


Inicialmente, eis as ponderações da filóloga Maria Lysandrou:

"No átrio do Templo de Apolo em Delfos pendiam 147 Recomendações, sobre as quais Pausânias ² escreveu, quando tratava das "Φωκικά" (coisas relativas à Fócida) ³: "No átrio em Delfos as (sentenças) escritas são coisas úteis às pessoas para sua conduta."

A maioria dessas Recomendações é atribuída aos
Sete Sábios da Antiguidade (Tales de Mileto, Sólon o Ateniense, Cleóbulo de Rodes, Pítaco de Mitilene, Periandro de Corinto, Bias de Priene e Quílon o Espartano). As Recomendações de Delfos exerceram considerável influência sobre a formação da antiga psique helênica e, por meio dela, sobre o Pensamento Ocidental.

Em um pôster, tentou-se traduzir o sentido básico delas, conservando dentro do possível as palavras mais comuns da língua grega moderna, deixando, contudo, em aberto a possibilidade de que determinadas Recomendações sejam traduzidas diferentemente.


Revisão: Maria Lysandrou, filóloga"


Agora, as 147 Recomendações Délficas, na ordem conforme apareceram no pôster 
:
1) Nada em excesso (em demasia ou com exagero).
2) Conhece-te a ti mesmo.
3) Segue a Deus.
4) Obedece à lei.
5) Respeita os deuses.
6) Respeita os (teus) pais.
7) Submete-te ao que é justo.
8) Entende o que aprendeste.
9) Ouvindo, compreende.
10) Sê tu mesmo.
11) Tem nos (teus) planos o casamento.
12) Reconhece a oportunidade.
13) Estando estrangeiro, (trata de) sê-lo.
14) Pensa (e sente) como mortal.
15) Honra o (teu) lar.
16) Domina a ti mesmo.
17) Ajuda os (teus) amigos.
18) Contém a (tua) cólera.
19) Exercita a moderação.
20) Estima a providência (auxílio) divina.
21) Não faças uso de juramento.
22) Ama a amizade.
23) Persevera na (auto)educação.
24) Aspira à glória.
25) Busca a sabedoria.
26) Elogia o bem.
27) Não censures ninguém.
28) Elogia a virtude.
29) Age com justiça.
30) Beneficia os (teus) amigos.
31) Protege-te dos (teus) inimigos.
32) Pratica a cortesia.
33) Afasta-te da maldade.
34) Sê sociável.
35) Guarda as tuas coisas.
36) Afasta-te do que pertence aos outros.
37) Ouve tudo.
38) Cuida da (tua) boa fama.
39) Presenteia o (teu) amigo.
40) Não desperdices o tempo.
41) Pensa no futuro.
42) Odeia a injúria.
43) Respeita os pedintes.
44) Adapta-te a tudo.
45) Educa os (teus) filhos.
46) Tendo, presenteia.
47) Teme a fraude.
48) Abençoa todos.
49) Torna-te filósofo.
50) Distingue as coisas (que são) santas.
51) Tendo conhecido, age.
52) Afasta-te do homicídio.
53) Deseja as coisas realizáveis.
54) Consulta os sábios.
55) Consulta (examina) a moral.
56) Tendo recebido, devolve.
57) Não subestimes ninguém.
58) Faze uso da arte.
59) O que está para ser dado, dá-o.
60) Honra as beneficências (boas obras e ações)
61) Não invejes ninguém.
62) Sê alerta.
63) Louva a esperança.
64) Odeia a calúnia.
65) Obtém com justiça.
66) Honra as pessoas virtuosas.
67) Conhece o juiz.
68) Mantém o casamento.
69) Reconhece a sorte (acaso).
70) Evita as promessas.
71) Fala com simplicidade.
72) Relaciona-te com os (teus) semelhantes.
73) Administra as despesas.
74) Desfruta daquilo que possuis.
75) Respeita o pudor.
76) Faze caridade.
77) Deseja felicidade.
78) Ama a sorte.
79) Quando ouves, olha (fica de olho aberto).
80) Trabalha sobre o que pode adquirir-se.
81) Odeia a discórdia.
82) Odeia o que envergonha.
83) Contém a (tua) língua.
84) Defende-te da injúria.
85) Julga com justiça.
86) Faze bom uso dos bens.
87) Julga sem suborno.
88) Estando (alguém) presente, acusa-o.
89) Fala, quando sabes.
90) Não sejas violento.
91) Vive sem sentir pena.
92) Fala com mansidão.
93) Termina algo sem te acovardares.
94) Sê amável para com todos.
95) Não desanimes os (teus) filhos.
96) Domina a (tua) língua.
97) Beneficia a ti mesmo.
98) Sê amável.
99) Responde no momento oportuno.
100) Luta com glória.
101) Faze sem te arrependeres.
102) Quando errares, arrepende-te (=muda a forma de pensar).
103) Domina o (teu) olho.
104) Decide no momento oportuno.
105) Age depressa.
106) Preserva a amizade.
107) Sê grato.
108) Persegue a concórdia.
109) Não digas coisas que não devem ser ditas.
110) Teme o "status quo" (="establishment")
111) Persegue a vantagem (interesse).
112) Acolhe a oportunidade.
113) Desfaze as inimizades.
114) Acolhe a velhice.
115) Não te gabes do (teu) vigor.
116) Cultiva a boa fama.
117) Evita a repugnância.
118) Enriquece com justiça.
119) Odeia a malvadez.
120) Arrisca com prudência.
121) Não te canses de aprender.
122) Não permaneças avaro.
123) Admira os oráculos.
124) Ama os que crias.
125) Não combatas alguém ausente.
126) Respeita os mais velhos.
127) Ensina aos mais novos.
128) Não confies na riqueza.
129) Respeita a ti mesmo.
130) Não chefies com insolência.
131) Coroa os (teus) antepassados.
132) Morre pela (tua) pátria.
133) Não deixes que a vida te entedie.
134) Não zombes do morto.
135) Compadece-te com o infeliz.
136) Agrada sem prejudicar a outrem.
137) Não te aflijas por tudo.
138) Cria a partir de materiais nobres.
139) Não prometas a ninguém.
140) Não cometas injustiça aos mortos.
141) Sê feliz como mortal.
142) Não confies na sorte.
143) Sê decente na infância.
144) Sê sóbrio na adolescência.
145) Sê justo na meia idade.
146) Sê sábio na velhice.
147) Não te entristeças enquanto moribundo.


NOTAS  DO  AUTOR


¹ A antiga cidade de Delfos, no sopé do Monte Parnaso, já não existe mais hoje. Situado ali, o Oráculo de Delfos era dedicado a Apolo e centrado num grande templo, aonde vinham gregos e estrangeiros colocar suas consultas ao deus. Os oráculos (respostas e profecias) eram proferidos por uma sacerdotisa do deus Apolo (pítia ou pitonisa) em transe, sentada sobre uma trípode. Consta que a pele do dragão Píton cobria a trípode sobre a qual se sentava a sacerdotisa de Apolo, razão por que era chamada de pítia ou pitonisa. Esse local sagrado era considerado o umbigo (omphalós) ou o centro do mundo.
Reza a mitologia que Zeus, tendo soltado duas pombas das duas extremidades do mundo, elas se encontraram em Delfos. A seguir, a grande aventura de Apolo, e que haveria de torná-lo o senhor do Oráculo de Delfos, foi ter matado o dragão Píton, considerado por alguns uma imensa serpente que habitava esse local sagrado. Miticamente, a partida do deus para Delfos significou a morte de Píton, o monstruoso filho de Gea, a Terra primordial, com as flechas disparadas do seu arco divino. O importante a reter é que o dragão que simboliza "a soberania primordial das forças ctônicas e telúricas", potência matrilinear, ligada às trevas, foi substituído por Apolo, potência patrilinear e solar. Morto o dragão Píton, suas cinzas foram colocadas num sarcófago e enterradas sob uma representação do
omphalós do mundo. Consta que a pítia descia em certa cavidade misteriosa, para tocar o "omphalós"; feito isso, estava pronta para responder às perguntas dos consulentes. Clique aqui para ver o "omphalós" que havia no Templo de Apolo e hoje se encontra no Museu Arqueológico de Delfos.


² A obra em questão é Hellados Periêgesis (Esboço da Grécia, normalmente traduzido como Descrição da Grécia), em 10 tomos. O último tomo é exatamente o que trata da Fócida e da Lócrida (esta, apenas no último capítulo, o XXXVIII). Pausânias foi um geógrafo e historiador grego que viajou pela Grécia no século II D.C., registrando as coisas que viu na ordem que as viu. James G. Frazer, classicista e antropólogo que escreveu "Descrição da Grécia de Pausânias" (1898) em seis volumes e "Pausânias e Outros Esboços Gregos" (1900), refere-se ao escritor grego da seguinte forma: "sem ele as ruínas da Grécia seriam um labirinto sem uma pista, um quebra-cabeça sem uma resposta."

³ Pausânias abre o capítulo XXIV do 10º tomo dedicado à Fócida com a referência às sentenças. Em seguida, continua: "Elas foram escritas por aqueles que os Gregos denominam os Sábios, que eram Tales de Mileto e Bias de Priene, todos dois da Iônia; Pítaco o Eólio, de Mitilene na ilha de Lesbos; Cleóbulo de Lindos, cidade dórica da Ásia; Sólon o Ateniense e Quílon o Espartano. Quanto ao sétimo, no lugar de Periandro, filho de Cypselus, Platão, filho de Aríston, registrou Myson de Chenae ou Chen; habitava outrora sobre o Monte Eta um povo com esse nome. Esses Sábios, tendo vindo a Delfos, colocaram no templo de Apolo as sentenças célebres Conhece-te a ti mesmo e Nada com exagero. Eles escreveram as ditas (sentenças) nesse lugar..."

⁴   Εν δε τω προνάω τα εν Δελφοίς γεγραμμένα εστίν ωφελήματα ανθρώποις εις βίον.

 Em grego, as 147 Recomendações Délficas (Δελφικά Παραγγέλματα) são:
1) Μηδέν άγαν

2)  Γνώθι σαυτόν 

3)  Έπου Θεώ.


4)   Νόμω πείθου.
5)   Θεούς σέβου.
6)   Γονείς αίδου.
7)   Ηττώ υπέρ δικαίου.
8)    Γνώθι μαθών.
9) Ακούσας νόει.
10)   Σαυτόν ίσθι.
11)   Φρόνει θνητά.
12)   Εστίαν τίμα.
13)   Άρχε σεαυτού.
14)   Φίλους βοήθει.
15)   Θύμου κράτει.
16)   Φρόνησιν άσκει.
17)   Πρόνοιαν τίμα.
18)   Όρκω μη χρω.
19)   Φιλίαν αγάπα.
20)   Παιδείας αντέχου.
21)   Δόξαν δίωκε.
22)   Σοφίαν ζήτει.
23)   Καλόν ευ λέγε (ευ: ορθό, δίκαιο).
24)   Ψέγε μηδένα.
25)   Επαίνει Αρετήν.
26)   Πράττε δίκαια.
27)   Φίλοις ευνόει.
28)   Εχθρούς αμύνου.
29)   Ευγένειαν άσκει.
30)   Κακίας απέχου.
31)   Κοινός γίνου.
32)   Ίδια φύλαττε.
33)   Αλλοτρίων απέχου.
34)   Εύφημος ίσθι (να είσαι ήπιος, μαλακός).
35)   Άκουε πάντα.
36)   Φίλω χαρίζου.
37)   Χρόνου φείδου.
38)   Όρα το μέλλον.
39)   Ύβριν μίσει.
40)   Ικέτας αίδου (ο από κάθε αισχρό ηθικός φόβος, ντροπή, συστολή κ.λπ.)
41)   Υιούς παίδευε.
42)   Έχων χαρίζου.
43)   Δόλου φόβου.
44)   Ευλόγει πάντας.
45)   Φιλόσοφος γίνου.
46)   Όσια κρίνε.
47)   Γνούς πράττε.
48)   Φόνου απέχου.
49)   Εύχου δυνατά (ισχυρίζομαι, βεβαιώνω).
50)   Σοφοίς χρώ (δίνω για χρήσι).
51)   Ήθος δοκίμαζε (αν καλό ή κακό).
52)   Λαβών απόδος.
53)  Υφορώ μηδένα (υποβλέπω).
54)   Τέχνη χρώ (δίνω πρός χρήσι).
55)   Ό μέλλεις δός.
56)   Ευεργεσίας τίμα.
57)   Φθόνει μηδενί.
58)  Φυλακήν πρόσεχε.
59)   Ομοίοις χρώ(δίνω πρός χρήσι).
60)   Διαβόλήν μίσει.
61)   Δικαίως κτώ.
62)   Αγαθούς τίμα.
63)   Κριτήν γνώθι.
64)   Γάμους κράτει.
65)   Τύχην νόμιζε.
66)   Εγγύην φεύγε.
67)   Πάσι διαλέγου.
68)   Ελπίδα αίνει.
69)   Δαπανών άρχου.
70)   Κτώμενος ήδου.
71)   Αισχύνην σέβου.
72)   Χάριν εκτέλει.
73)   Ευτυχίαν εύχου.
74)   Τύχην στέργε.
75)   Ακούων όρα.
76)   Εργάζου κτητά.
77)   Έριν μίσει.
78)  Όνειδος έχθαιρε.
79)   Γλωσσαν ίσχε (κράτησε).
80)   Ύβριν αμύνου.
81)   Κρίνε δίκαια.
82)   Χρώ χρήμασι.
83)   Αδωροδόκητος δοκίμαζε.
84)   Αιτιώ παρόντα.
85)   Λέγε ειδώς.
86)   Βίας μή έχου.
87)   Αλύπως βίου.
88)   Ομίλει πράως.
89)   Φιλοφρόνει πάσιν.
90)   Υιοίς μή καταθάρρει.
91)   Γλώττης άρχε.
92)   Σεαυτόν ευ ποίει.
93)   Ευπροσήγορος γίνου.
94)   Αποκρίνου εν καιρώ.
95)   Πόνει μετά δικαίου.
96)   Πράττε αμετανοήτως.
97)  Αμαρτάνων μετανόει.
98)   Οφθαλμού κράτει.
99)   Βολεύου χρήσιμα.
100) Επιτέλει συντόμως.
101) Φιλίαν φύλαττε.
102)  Ευγνώμων γίνου.
103)  Ομόνοιαν δίωκε (επιδίωκε).
104)   Άρρητα μη λέγε.
105)   Τό κράτουν φόβου.
106)   Καιρόν προσδέχου (νά δέχεσαι).
107)   Έχθρας διάλυε.
108)   Γήρας προσδέχου (νά δέχεσαι).
109)   Επί ρώμη μή καύχω.
110)   Ευφημίαν άσκει.
111)   Απέχθειαν φεύγε.
112)   Πλούτει δικαίως.
113)   Δόξαν μή λείπε.
114)   Κακίαν μίσει.
115)   Κινδύνευε φρονίμως.
116)   Χρησμούς θαύμαζε.
117)   Ούς τρέφεις αγάπα.
118)   Απόντι μή μάχου.
119)  Πρεσβύτερον αίδου 
120)  Νεώτερον δίδασκε.
121)  Πλούτω απίστει.
122)  Σεαυτόν αίδου.
123)   Μή άρχε υβρίζων.
124)   Προγόνους στεφάνου.
125)   Επί νεκρώ μή γέλα.
126)   Ατυχούντι συνάχθου.
127)   Χαρίζου ευλαβώς.
128)   Έξ ευγενών γέννα.
129)   Επαγγέλου μηδενί.
130)   Τύχη μή πίστευε.
131)   Τελεύτα άλυπος.
132)   Μέτρον άριστον.
133)   Αδικίαν μισείν.
134)   Ευσέβειαν φυλάσσειν.
135)   Ηδονής κρατείν.
136)   Βία μηδέν πράττειν.
137)   Τέκνα παιδεύειν.
138)   Μή  θρασύνου.
139)   Νόμοις πείθου.
140)   Μελέτει το πάν.
141)   Γαμείν μέλλον καιρόν γνώθι (η κατάλληλη στιγμή).
142)   Μή επί παντί λυπού.
143)   Πίνων άρμοζε.
144)   Πέρας επιτέλει μή αποδειλιών.
145)   Τό συμφέρον θηρώ.
146)   Θνήσκε υπέρ Πατρίδος.
147)   Τώ βίω μάχου.


Fonte da imagem: http://www.odysseyadventures.ca/articles/delphi/delphi_tholos.jpg


* Francisco José dos Santos Braga, cidadão são-joanense, tem Bacharelado em Letras (Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras, atual UFSJ) e Composição Musical (UnB), bem como Mestrado em Administração (EAESP-FGV). Além de escrever artigos para revistas e jornais, é autor de dois livros e traduziu vários livros na área de Administração Financeira. Participa ativamente de instituições no País e no exterior, como Membro, cabendo destacar as seguintes: Académie Internationale de Lutèce (Paris), Familia Sancti Hieronymi (Clearwater, Flórida), SBME-Sociedade Brasileira de Música Eletroacústica (2º Tesoureiro), CBG-Colégio Brasileiro de Genealogia (Rio de Janeiro), Academia de Letras e Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei-MG, Instituto Histórico e Geográfico de Campanha-MG, Academia Valenciana de Letras e Instituto Cultural Visconde do Rio Preto de Valença-RJ e Fundação Oscar Araripe em Tiradentes-MG. Possui o Blog do Braga (www.bragamusician.blogspot.com), um locus de abordagem de temas musicais, literários, literomusicais, históricos e genealógicos, dedicado, entre outras coisas, ao resgate da memória e à defesa do nosso patrimônio histórico.Mais...

2 comentários:

José Antônio de Ávila Sacramento disse...

Parabéns, caro Francisco Braga! As "Recomendações Délficas" deveriam ser o norte das nossas vidas, todas as 147!

Anônimo disse...

Fantástico caro Braga........continue nos presentiando com a sua mente iluninada.
Célio Tavares
Preseidente da Academa Divinopolitana de Letras