quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NOËLS PARA ÓRGÃO


Por Francisco José dos Santos Braga


I.  INTRODUÇÃO



Neste post tenho o prazer de divulgar o conteúdo de uma edição do programa radiofônico "Música de Teclado", que eu tive a honra de produzir e apresentar para a Rádio Nova Aliança, de Brasília, uma emissora da Arquidiocese de Brasília, com o prefixo ZYH Rádio Nova Aliança AM 710, conforme já explicado em outra matéria neste mesmo Blog do Braga ¹. A minha locução foi gravada durante o Advento de 1994 e levada ao ar no programa imediatamente anterior ao Natal.

Reitero que possuo todas as fitas cassetes com as gravações de todos os programas "Música de Teclado", que foram levados ao ar pela Rádio Nova Aliança em 1994-1995. Por cautela, costumava reunir-me com o operador de áudio Felismar com bastante antecedência para as gravações, para que as apresentações não sofressem solução de continuidade. Assim, as fitas estão datadas de 11/03/1994 a 25/03/1995, totalizando 64 fitas cassetes, todas apresentadas em programa. Só recentemente converti as 64 fitas cassetes em CDs. 



II.  NOËLS PARA ÓRGÃO




Da música de órgão, conhecemos hoje bastantes obras, salvas do olvido do tempo por edições ou manuscritos conservados em bibliotecas. Por outro lado, provavelmente a maior parte dessa música  − a das improvisações − jamais conheceremos. Claro que podemos imaginar que o melhor do talento dos compositores organistas deve ter sido levado à partitura. De qualquer forma, é triste constatar que grande parte dessa música de órgão, essa arte tão particular da improvisação − mal foi acessada − se perdeu: o ataque dos motivos, o brotar espontâneo das ideias, o sentimento de quão precária é uma poesia fugaz.

No final do século XVII, tornou-se uso corrente entre os organistas franceses a improvisação. Os organistas improvisadores atraíram de tal forma as multidões que as autoridades religiosas se viram obrigadas a estabelecer sanções que chegaram até à interdição. Esses organistas costumavam escolher por tema um motivo de canção popular, conhecido de todos e, por isso mesmo, particularmente adequado a ornamentações virtuosísticas que exerciam fascínio sobre essas multidões. Entre todos os motivos de Noëls ², eram mais apreciados os ornamentados para a Missa do Galo, a tal ponto que essas variações receberam notação, foram editadas e difundidas.

Historicamente, podemos considerar que, da mesma forma que a maior liberdade litúrgica da Missa do Galo permitiu cantar Noëls do século XII em diante, assim também no segundo meado do século XVII deu ao organista a oportunidade de introduzir variações sobre motivos populares.

Esses motivos, muito diatônicos, foram às vezes acusados de excessiva simplicidade. Às vezes, eram muito antigos, remontando à Renascença ou mesmo à Idade Média e tornaram-se conhecidos em mais de uma versão. Nos séculos XVII e XVIII, foram fortemente marcados pelas regiões donde provinham − Borgonha, Poitou, Lorena, Champagne ou Gasconha − o que era particularmente sensível num país muito rural e ainda bastante provincializado. Havia mesmo quem os compusesse até à Revolução Francesa. Com a Revolução, o gênero entrou em declínio. Teve que esperar o movimento da Schola Cantorum, em fins do século XIX, para assistir ao renascer do Noël para órgão, como os da lavra de César Franck e Alexandre Guilmant. No século XX, Tournemire retoma a tradição de compor Noëls para órgão.

Certos compositores se tornaram especialistas em Noël, desde fins do século XVII até fins do século XVIII, ficando conhecidos como Noelistas. Surgindo em fins do século XVII, o Noël para órgão com variações parece tomar de empréstimo à arte dos virginalistas e à dos cravistas: consiste de um tema de chanson (melodia popular) e suas doubles (ou variações) em diminuições, para o Natal. A virtuosidade dos dedos que se arremessavam aos teclados inflamava-se à medida que se desenvolviam as variações. A pedaleira à francesa prestava-se apenas para sustentar alguns baixos. As diferentes variações permaneciam na tonalidade (ou no modo) do tema do Noël, evitando dissipar-lhe o contorno, ornando-o, decorando-o, sem tentar descobrir em profundidade seus prolongamentos secretos. Elas fazem dialogar os "jeux" − cromorne, trombeta, trompete, − cantar as flautas e soar os "grands jeux", usando frequentemente efeitos de ecos que despertam o espaço da natureza na noite do Natal. Se os Noëls ficaram então em voga, foi por força duma conotação sentimental: os seus motivos estavam profundamente associados, para cada ouvinte, a uma das festas mais íntimas e calorosas do ano.

Os primeiros Noëls a aparecerem editados foram os constantes do 2º Livre d'Orgue ³ de Lebègue (1631-1702) em 1676. Mas é Nicolas Gigault (1627-1707) quem consegue publicar o 1º Livre de Noëls Variés, em 1682, no mesmo ano em que Lebègue, por sua vez, incluía 10 Noëls adicionais no seu 3º Livre d'Orgue, seguido logo depois por uma coleção de Pierre Dandrieu (c. 1660-1733), tio de Jean-François Dandrieu.

Na geração seguinte, vamos encontrar os Noëls de André Raison (1650-1719), depois os de Jean-François Dandrieu (c. 1682-1738), de Dornel (1685-1765) e, sobretudo, do mestre do gênero, Daquin (1694-1772). Os livros de órgão de Dandrieu (1714 e 1725, revisados em 1759) e de Daquin (1757) são dedicados a Noëls. No primeiro meado do século XVIII, os Noëls para órgão se multiplicaram, com destaque para os de André Raison (1714), Dandrieu (1720) e Daquin (1745).

Seguem-se os de Michel Corrette (1707-1795), Balbastre (1724-1799) e a sua decadência consumar-se-á com Beauvarlet-Charpentier, Lasceux e Séjan. No segundo meado do século XVIII, ainda se publicam os Noëls de Michel Corrette (1753), Balbastre (1770) e Beauvarlet-Charpentier (1783?).

No seu indispensável livro La Musique d'orgue français de Jehan Titelouze à Jehan Alain (Paris, 1949), Norbert Dufourcq assinala que "o Noël com variações requeria uma especial habilidade manual. Não exatamente qualquer iniciante podia adquiri-la. A ideia não era provar originalidade, mas espírito − e dedilhado. Muitos franceses da época careciam de ambos. Essa é a razão por que estes últimos eram mestres do passado nesta arte fluente, afastados do verdadeiro estilo francês de órgão e que tangencia a música descritiva... Esboços em cores frescas, quadros com traços claros, os Noëls de um Pierre Dandrieu,  de um Michel Corrette, ou de um Dornel, de um Daquin, não têm nada correspondente − de nosso conhecimento − em todo o corpus de música de órgão."

Jean-Jacques Rousseau deu a seguinte definição para Noël, no seu Dictionnaire de 1768: "Certos cânticos que o povo canta no Natal. Devem ter um caráter rústico e pastoral semelhante à simplicidade das palavras e dos pastores que supostamente os teriam cantado, ao prestarem homenagem a Cristo no berço."

Dizem que Daquin compôs uma quantidade de obras corais e orquestrais bem como música de teclado, mas apenas três obras sobreviveram. A primeira (de 1735) é um livro de suítes para cravo dedicado a sua discípula Srta. de Soubise, que inclui, entre uma série de peças virtuosísticas, imitações de O Cuco (Le Coucou), de A Andorinha (L'Hirondelle) e de uma tempestade ("Les Vents en courroux"). A segunda é uma cantata (La Rose). A terceira (de 1757) é a coleção de 12 Noëls na qual sua fama principalmente repousa.
Louis-Claude Daquin (1694-1772)

O Livro de Noëls de Louis-Claude Daquin (Op. II) contém 12 peças, sendo  a última o célebre Noël "Suisse"

Eles foram dedicados ao Conde d'Eu (Louis-Auguste de Bourbon, Príncipe de Dombes, filho do Duque de Maine, e uma figura importante da corte). Foi um importante patrono para Daquin, cuja generosidade, segundo seus biógrafos, foi impedir que o compositor morresse um pobretão. Tanto as suítes para cravo quanto os Noëls revelam um compositor Daquin em contraste com seus predecessores Lalande, Charpentier, Couperin e Rameau. Menos preocupado com estrutura ou forma, com modulação ou genuíno contraponto, ele mirou mais no imediato pictórico e virtuosidade como fim em si. Ninguém ultrapassou sua habilidade de quebrar uma melodia em seus fragmentos componentes e desenvolvê-los em deslumbrante passagem, sem perder de vista a melodia original. A forma do Noël se adequou perfeitamente a suas habilidades particulares. Por isso mesmo, Dufourcq conclui que Daquin foi o "rei dos Noelistas".

Seu biógrafo, o Abade de Fontenay, no seu célebre "Dictionnaire des Artistes" (ed. 1776) observava que Daquin se distinguia pela "precisão infalível nas execuções de grande rapidez" e pelo fato de sobressair-se "entre todos os virtuoses pela mesma perícia de ambas as mãos". O mesmo autor ainda observava que Daquin deixou, quando de sua morte, manuscritos de música vocal, motetos, cantatas, atos de ópera, sinfonias de órgão, quartetos, fugas, trios, etc.

Em seguida, foi anunciada a audição programada para aquele dia para a Rádio Nova Aliança. Inicialmente, a audição de alguns Noëls da autoria de Dandrieu, na interpretação do organista francês André Isoir, extraídos do CD da Calliope nº CAL 9916 intitulado "NOËLS ET SUITES AU GRAND SIÈCLE". Também foram extraídos alguns dos 12 NOËLS de Daquin, na interpretação de Christopher Herrick, no órgão de Saint Rémy de Dieppe (CD da Hyperion nº CDA66816) .

Outra jóia musical de nossa programação consistiu na apresentação integral da Missa da Meia-Noite para o Natal (Messe de minuit pour Noël) da autoria de Marc-Antoine Charpentier (1645-1702), que contava entre seus alunos Grigny, Dagincour, Nicolas Geoffroy e, provavelmente, Gilles Julien e Gabriel Garnier.

A música de Noël, em todas as suas formas, esteve muito em voga na França sob o reinado de Luís XIV. Entretanto, em nenhuma parte no corpus da música barroca francesa há uma obra de tanto charme quanto a mencionada Missa de Charpentier. Isso se deve ao fato de que esse compositor utilizou antigos Noëls franceses como base de sua composição com uma notável habilidade, levando a obra completa a possuir uma leveza e doçura em consonância com a festa que celebra. Acresça-se a isso o fato de que tal Missa teria fascinado o mais simples e humilde dos fiéis, pois as árias eram famosas e fáceis de reconhecer, embora adaptadas ao Ordinário da Missa em latim. É evidente que Charpentier escolheu seus cantos de Noël com grande cuidado, não só por seu valor musical, mas também por seu alcance alegórico e litúrgico.

Observando os títulos dos Noëls que constituem a base das diferentes partes da Missa, pode-se imaginar como eles deveriam evocar uma narrativa evangélica a um ouvinte francês do século XVII, a saber:
Kyrie (Noël intitulado "Joseph est bien marié")
Christe eleison ("Or nous-dites, Marie" e "Une jeune pucelle")
Gloria ("Les bourgeois de Chastres" e "Où s'en vont cês gais bergers")
Credo ("Voici qui désirez sans fin", "Voici le jour solennel de Noël" e "À la venue de Noël")
Ofertório ("Laissez paître vos bestes")
Sanctus ("O Dieu que n'étois-je en vie")
Agnus Dei ("À minuit fut fait un réveil")

Em certos trechos ao longo da obra (como, por exemplo, após o Kyrie e o Christe), o compositor encarrega o organista de tocar interlúdios baseados nas árias de Noël já utilizadas. Para o Ofertório Charpentier incumbiu os violinos de tocar o Noël intitulado "Laissez paître vos bestes" (Deixem pastar seus animais). Tanto nos interlúdios para órgão quanto no Ofertório, Charpentier tomou como base composições preexistentes da autoria de Nicolas-Antoine Lebègue (1631-1702). No Agnus Dei, atinge-se o auge com o Noël "À minuit fut fait un réveil" (À meia-noite se fez um despertar), uma ária fascinante que sugere de pronto a infância e sua inocência.

A gravação que foi ouvida da Missa de Charpentier consta do CD da EMI Records nº CDM 7 363135 2, na execução da Orquestra de Câmara Inglesa da Academia St. Martin-in-the-Fields, sob a regência de Sir David Willcocks, tendo ao órgão Andrew Davis.



III.  NOTAS  EXPLICATIVAS



¹   Cf. in http://bragamusician.blogspot.com.br/2014/01/musica-de-teclado-um-programa.html

²  O que na França se entende por Noël é determinada obra vocal em estrofes, com ou sem refrão, destinada a ser cantada no tempo natalino, porém não litúrgica, e cujo texto na língua vulgar tratava do Natal ou dos acontecimentos que precediam ou que seguiam essa festa. 
Musicalmente se pode distinguir duas categorias de Noël:
1. Noël sobre melodias conhecidas, ou seja, aquele cujo texto foi adaptado a melodias preexistentes, litúrgicas ou profanas. Noëls desse tipo se encontram desde o século XIII. Os mais apreciados foram mais tarde objeto de transcrições instrumentais.
2. Noël, para o qual o compositor compôs uma música original, obra de cunho culto, aparentada principalmente com a canção polifônica.
A partir do século XVII, estende-se o uso dessas transcrições quer para instrumentos quer para órgão.

³  Sobre os muitos "Livres d' Orgue" durante o segundo meado do século XVII, cabe mencionar que eram as coleções mais tipicamente francesas que apareceram, por compositores como Guillaume Nivers, Nicolas-Antoine Lebègue, Nicolas Gigault, André Raison e Jacques Boyvin. Lebègue foi o primeiro francês a explorar integralmente os pedais, pois geralmente eles eram ou opcionais ou omitidos completamente. Os "Livres d'Orgue" contêm peças curtas que, embora ainda nos modos de igreja e dedicados ao uso litúrgico, são razoavelmente simples no estilo e muitas vezes claramente tonais.

36 comentários:

Anderson Braga Horta (escritor, poeta, ex-Diretor da Câmara dos Deputados, cofundador da ANE-Associação Nacional de Escritores, membro da Academia Brasiliense de Letras e da Academia de Letras do Brasil) disse...

Belo e erudito estudo, meu caro.

Obrigado.

Novamente meu abraço de Natal para vocês.

Anderson

Pe. Saulo José Alves (escritor e Membro da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Prezado Confrade Francisco Braga!

Só tenho a agradecer ao distinto Confrade pela atenção com que constantemente me distingue, enviando-me vasta e rica produção de sua lavra.

Cumprimento-o, agradeço-lhe, felicitando-o pelas festas de fim de ano, augurando-lhe muita paz e a plena realização do amor no ano novo.

Abraços,
Pe. Sáulo

José João Bosco Pereira (educador e evangelizador) disse...

Bom dia, Braga!
Como vai?
Segue o link de minha dissertação sobre Sebastião Bemfica Milagre na UFSJ em dez de 2011. O poeta de Divinópolis teve contato com ilustres poetas de São João del-Rei: http://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/mestletras/A_DISSERTACAO_de_JOSE_JOAO_BOSCO_PEREIRA.pdf

Obrigado pelos artigos seus. Parabéns pela sua pesquisa.

José João Bosco Pereira

Dr. Lúcio Flávio Baioneta (escritor, conferencista e proprietário de Análise Comercial Ltda. em Belo-Horizonte) disse...

Meu prezado amigo, FJSBRAGA , que trabalho monumental! A riqueza dos detalhes leva-nos a diversos campos para mais descobrimentos musicais.
Parabéns.
Aproveito a oportunidade para lhes desejar Boas Festas.
Abs do Lucio Flávio

José Carlos Hernández Prieto (tradutor, Membro de IHG e da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Caro Braga; muito obrigado pelo link e pelos votos de Feliz Natal e Ano Novo. Peço desculpas por estar lhe respondendo tardiamente, em função de algumas vicissitudes que ocorreram ontem em BH (estive lá e, felizmente, tudo resolvido). Agradeço também sua lembrança à minha pessoa através da Gina.
Abraço cordial.
José Carlos

Prof. Fernando Teixeira (professor universitário, escritor e Secretário Geral da Academia Divinopolitana de Letras) disse...

Agradeço o envio da peça de erudição de sua autoria e, ao ensejo, reitero meus votos de que a paz do Natal se prolongue em bênçãos para você e Rute no ano de 2015. Abraço do confrade e amigo Fernando Teixeira

Carlos Eulocastro Oliveira disse...

Caro amigo,

Grato pela lembrança. Que você tenha, junto daqueles que lhe são caros, um 2015 muito abençoado e por esta razão muito feliz.

Cordialmente

Carlos Eulocastro.

Raquel Naveira disse...

Obrigada, Braga, por encher esse tempo de Natal e início de 2015 de Poesia, Música e Beleza.
Abraço fraterno,
Raquel Naveira
PS: Creio que gostará da crônica "Pianópolis" em anexo.

Musse Hallak (jornalista, escritor e Membro da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Grande Francisco,

Que maravilha de matéria! Como sempre, a gente tem apreendido muito. Buscar a história de Nöels no século XII? Luiz XIV...

Obrigado por me enviar este e-mail. Guardarei nos meus arquivos.

Abs.

Musse

Dr. Rogério Medeiros Garcia de Lima (desembargador, palestrante, conferencista, escritor e membro da Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

belo!
Rogério

Benedito Franco (cronista e escritor) disse...

Parabéns!
Você é realmente um estudioso e de grande cultura.
Grato

Feliz Natal!!!

B Franco.

Prof. Fernando Teixeira (professor universitário, escritor e Secretário Geral da Academia Divinopolitana de Letras) disse...

Muito obrigado pelo texto. Vale sempre ser revisto. Abraço do Fernando Teixeira para você e Rute

Dr. Mário Pellegrini Cupello (pesquisador, escritor e presidente do Instituto Cultural Visconde do Rio Preto, de Valença) disse...

Caro amigo Braga
Agradecemos pela gentileza do envio do artigo de sua autoria.
Retribuímos os seus votos natalinos, desejando-lhe um Feliz Ano Novo.
O amigo Mario.

Profª Elza de Moraes Fernandes Costa (terapeuta holística, pianista e gerente do Portal Concertino) disse...

Prezado Braga,
Realmente é um excelente artigo!
Desde ontem ele está em destaque na home page do Portal Concertino (http://www.concertino.com.br/), para que os visitantes possam usufruir desta pérola nesta época tão propícia.
Um abraço,
Elza

Dr. Aristides Junqueira Alvarenga (advogado, sócio do escritório Aristides Junqueira Advogados Associados, ex-Procurador Geral da República, natural de São João del-Rei) disse...

Caro Francisco Braga,
retribuo os votos de um santo Natal para toda sua família e aproveito para agradecer
os presentes que, durante o ano, me envia para enriquecer meu espírito.
Abraço fraterno do
Aristides

João Carlos Taveira (escritor e membro da Academia de Letras de Brasília) disse...

Prezado Francisco Braga,

Sensibilizado com sua mensagem de Natal e o envio do link de seu blog contendo música natalina francesa, retribuo a Você e sua Família votos de um Natal cheio de alegrias e um Ano-Novo repleto de boas realizações.
Cordialmente.
João Carlos Taveira

José Carlos Hernández Prieto disse...

Como sempre, análise exaustiva e definitiva. Muito obrigado pelas coisas que me permite aprender! Grande abraço fraterno.

Ana Cláudia Trevisan Rosário (pesquisadora do legado do pianista Roberto Szidon) disse...

Bom dia , Francisco!

Foi muito bom ler seu texto, já havia , inclusive, observado que seu blog é muito informativo. Parabéns!
Abraço,
Ana

Anizabel Nunes Rodrigues de Lucas (flautista, cantora e regente) disse...

Parabéns querido amigo pelo belíssimo texto.
Boas festas pra você e família.
Anizabel

Márcio Vicente da Silveira Santos (escritor, historiador, pesquisador do Alferes Tiradentes em Sete Lagoas, conferencista e secretário da Cultura de Sete Lagoas) disse...

Prezado Amigo Braga:


Agradeço pela lembrança e pela mensagem de Natal.

Agradeço, ainda, pela oportunidade de ler mais

um trabalho de sua lavra, este, sobre a música natalina francesa.

Que o Ano Novo lhe traga saúde, paz (e muitos trabalhos

culturais), e que, nesse novo tempo, possa gozar de toda felicidade

junto aos que lhe são caros.

O abraço fraterno do sempre admirador


Márcio Vicente

Elisa Freixo (organista) disse...

Obrigada pela msg.

Ontem mesmo toquei Noëls de Corrette no concerto de sextas da Matriz de Tiradentes, MG.

Receba um abraço e os votos de Feliz Natal,

Elisa Freixo

Dr. Mário Pellegrini Cupello (escritor, pesquisador, presidente do Instituto Cultural Visconde do Rio Preto de Valença-RJ, e sócio correspondente do IHG e Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Caro amigo Braga

Agradecemos pelo envio dessa pesquisa sobre os “Noëls”, e lhe felicitamos pelo excelente trabalho de divulgação de nomes de autores de músicas que embalaram os ouvidos e sentimentos de pessoas que nos antecederam na voragem do tempo.

A propósito, em Mariana MG, existe o “Museu da Música da Arquidiocese de Mariana” (Rua Cônego Amando, 161, Mariana – MG). Eu e Beth tivemos o privilégio de comparecer à solenidade de inauguração em sua nova sede (2007), a convite do amigo Dr. Roque José de Oliveira Camêllo, então Prefeito Municipal. Lá estão expostos, além de instrumentos e partituras de época, fones de ouvido para que os visitantes possam conhecer as composições de autores que enriqueceram o acervo musical da humanidade.

Chega a ser emocionante ouvir sons originários de séculos passados...

Parabéns pelo seu trabalho.

Abraços, do amigo Mario.

Daniel Carvalho disse...

valeu Braga...
feliz natal.
Daniel Carvalho.

Eudóxia de Barros (pianista, autora do livro Técnica Pianística, teve sua biografia inacabada escrita por Rosângela Paciello Pupo no livro "Valeu a Pena? - Conversando com Eudóxia de Barros, ocupante da cadeira nº 14 da Academia Brasileira de Música) disse...

Muito grata, também lhe desejo um santo Natal e tudo de bom para 2017 .
Cordial abraço,
Eudóxia

Sônia Maria Vieira (pianista e membro da Academia Brasileira de Música) disse...

Prezado amigo,

Agradeço e retribuo os votos de Feliz Natal , desejando-lhe muita saúde, harmonia, e felicidades sem fim.
Com carinho,
Sonia Maria Vieira

Marlene Maria dos Santos (escritora e articulista do site Garimpo Bom Gosto) disse...

Cher Braga,
A mon tour je te souhaite, à toi et ta famille, de belles fêtes de fin d’année et formule tous mes meilleurs voeux de bonheur, santé et prospérité pour 2017.
Marlène

Dr. Aristides Junqueira Alvarenga (advogado, sócio do escritório Aristides Junqueira Advogados Associados, ex-Procurador Geral da República, natural de São João del-Rei) disse...

Prezado Francisco Braga,
agradeço seus votos calorosos de Natal e de Ano Novo, ao mesmo tempo em que os retribuo,
na espera de que, em 2017, continue me brindando com textos excelentes, que coleciono.
Abraço do conterrâneo,
Aristides

Vera Pugliese disse...

Caro Francisco,

Muito obrigada pelo maravilhoso material! Desejo também um Feliz Natal e um ótimo 2017!

Grande abraço, Vera

Ruth do Nascimento Viegas (presidente do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural de São João del-Rei) disse...

Prezado amigo,
Feliz Natal!
Parabéns!
Ruth.

Prof. Fernando Teixeira (professor universitário, escritor e membro da Academia Divinopolitana de Letras, onde é Secretário Geral) disse...

Natal é assim, Braga: a poesia da simplicidade. Abraço do Fernando Teixeira

Frei Joel Postma o.f.m. (compositor sacro, autor dos hinários litúrgicos e fundador dos Corais Trovadores da Mantiqueira e Trovadores do Planalto) disse...

Bom Dia, Rute e Francisco, Obrigado pelas interessantes informações sobre as músicas natalinas de d'Aquin. Tenho algumas delas também.
Um muito feliz Tempo Natalino para vocês e um próspero Ano Novo em 2017. fr.Joel

José Passos de Carvalho (jornalista, genealogista, escritor, presidente da ALL-Academia Lavrense de Letras e membro da AFL-Academia Formiguense de Letras) disse...

Muitissimo obrigado, amigo.
Que 2017 seja o dobro de prosperidade e saúde para vc e dona Rute.
Sucesso sempre!
PCarvalho

Sylvio Mário Bazote (gerente do blog HistóriaS) disse...

Um feliz natal para você também
e a todos que se dedicam em pesquisar e divulgar cultura!

Dr. Alaor Barbosa (escritor, cronista, jornalista, membro do IHG do DF e da Academia Goiana de Letras) disse...

Mais uma vez, muito obrigado.
Alaor Barbosa.

Artur Cláudio da Costa Moreita (professor, historiador, ex-presidente do IHG de São João del-Rei e ex-presidente do Conselho Municipal de Educação) disse...

Desejo a vocês um feliz ano de 2017. Continue com sua incrível, enriquecedora e ilustrada produção.

Suely Campos Franco disse...

Querido Francisco!
Este tema é muito interessante e seu texto riquíssimo. Obrigada! Ja começo a pensar em organizar um Festival de Noëls para o próximo ano. Na Escola de Música da UFRJ cuidamos da Série Internacional de Órgão (Tamburini). Enviei seu texto ao organista Alexandre Rachid (curador da Série). Os projetos nascem de boas idèias. Forte abraço, Suely