quinta-feira, 29 de outubro de 2020

REFERÊNCIAS DE HERÓDOTO E APOLÔNIO DE RHODES AOS HYPERBÓREOS

Por Francisco José dos Santos Braga

O ensaio da autoria de Roger Dion, denominado “A noção dos Hyperbóreos: suas vicissitudes durante a antiguidade”, em minha tradução do francês para o Blog do Braga, apresentou importantes referências bibliográficas, o que constitui uma característica distintiva de toda exposição do notável geógrafo e historiador francês. 
Dentre elas, destacam-se três, às quais recorre o autor com muita propriedade ao longo do texto, deixando evidente a sua importância na construção do ensaio: um longo trecho da História de Heródoto sobre os Hyperbóreos (nota nº 24), além de um trecho do Canto IV (nota nº 27) e um escólio ao Canto II de As Argonáuticas de Apolônio de Rhodes (notas nº 25 e 31). 
Compreende-se perfeitamente o cuidado de Dion ao evitar extrapolar o espaço destinado ao seu ensaio e que foi exatamente o motivo por que ele evitou transcrever traduções de trechos referenciados de autores gregos e romanos e também eu não o fiz, respeitando as Notas Explicativas originais. 
Como entendo ser indispensável para a plena compreensão do texto, além de matar a curiosidade do leitor e possibilitar que ele vá direto à fonte que deu origem ao texto, estou apresentando abaixo o texto grego traduzido de que se serviu Dion para suas considerações originais de 1976. 
Aqui, mais relaxadamente, vou retomar algumas Notas Explicativas do ensaio de Roger Dion para abordar de forma mais ampla as que me pareceram muito sucintas. Isso é particularmente verdadeiro para as notas que se referem a Heródoto (História) e Apolônio de Rhodes (poema épico As Argonáuticas). 
 
1) A nota explicativa nº 24 nos informa que o historiador grego Heródoto, apud Hesíodo, menciona esses imaginários povos que viviam além dos montes Rípeos, e, para tal, o ensaísta se reporta à História de Heródoto (IV, 32 e ss.). 
O presente post pretende referenciar bem aquela minha tradução de Roger Dion, inicialmente a partir da tradução francesa de trechos da História de Heródoto. É possível encontrá-la na Internet. Eis o texto francês que utilizei: 
HERÓDOTO: História, tradutor Pierre-Henri Larcher, tomo 1, livro IV (Melpomene), 32-35, Paris: Libraire-Éditeur Charpentier, 1850, p. 329-331 
Obs: para ler todo o trecho em francês, o leitor deverá repetir o corpo do link, modificando apenas o final para 329 e 330, pois o trecho é um tanto longo, obrigando o estudioso a acessar 3 páginas do livro. 
 
Vejamos então o que Heródoto tem a nos dizer a respeito dos Hyperbóreos e assuntos correlatados:  
 
XXXII. (...) Entretanto Hesíodo faz referência a eles (os Hyperbóreos), e Homero também nos Epígonos, supondo pelo menos que ele seja o autor desse poema. 
 
XXXIII. Os habitantes de Delos falam deles (Hyperbóreos). Contam que as oferendas dos Hyperbóreos vinham a eles envolvidas na palha de trigo. Elas passavam pelos Citas: transmitidas em seguida de povo em povo, elas eram levadas o mais longe possível em direção ao ocidente, até o mar Adriático. De lá, eram enviadas para o lado do Sul. Os habitantes de Dodona eram os primeiros Gregos que as recebiam. Elas desciam de Dodona até o golfo Maliaque, donde passavam à Euboea e, de cidade em cidade, até à Caryste. Dali, sem tocar em Andros, os habitantes de Caryste levavam-nas à Tenos, e os habitantes de Tenos à Delos ¹. Se os habitantes de Delos forem confiáveis, as oferendas chegam desta maneira à sua ilha. Acrescentam que, nos primeiros tempos, os Hyperbóreos enviaram essas oferendas por duas virgens, uma das quais, segundo eles, se chamava Hyperoché e a outra, Laodicé; que, para a segurança dessas jovens, os Hyperbóreos mandaram cinco de seus compatriotas acompanhá-las, chamados Perphéres, e a quem eram prestadas grandes honras em Delos; mas que, os Hyperbóreos não os vendo retornar, e considerando uma coisa muito deplorável se lhes acontecesse nunca mais rever seus delegados, tomaram a decisão de levar além de suas fronteiras suas oferendas envolvidas em palha de trigo; remetiam-nas em seguida a seus vizinhos, pedindo-lhes instantemente acompanhá-las até uma outra nação. Passam assim, dizem os habitantes de Delos, de povo em povo, até que finalmente elas chegam à sua ilha. Reparei, entre as mulheres da Trácia e da Peônia, um hábito que se aproxima muito deste que observam os Hyperbóreos relativamente a suas oferendas. Elas nunca sacrificam à real Diana sem fazer uso da palha de trigo. 
 
XXXIV. Os jovens de Delos, de um e de outro sexo, cortam os próprios cabelos em honra dessas virgens hyperbóreas que morreram em Delos. As moças lhes dedicam esse dever antes de seu casamento. Elas tomam uma mecha de seus cabelos, enrolam-na em volta dum fuso, e o põem no monumento dessas virgens, que está situado no lugar consagrado a Ártemis, à esquerda da entrada do santuário Artemísion. Vê-se sobre o túmulo uma oliveira que ali veio parar por si mesma. Os jovens de Delos enrolam seus cabelos em volta duma certa erva, e os põem também sobre o túmulo das hyperbóreas. Tais são as honras que os habitantes de Delos prestam a essas virgens. 
 
XXXV. Os habitantes de Delos dizem também que, no mesmo século em que esses delegados vieram a Delos, duas outras virgens hyperbóreas (das quais uma se chamava Argé e a outra Opis) já tinham vindo ali antes de Hyperoché e Laodicé. Essas traziam à deusa Ilítia o tributo que elas estavam encarregadas de ofertar para o pronto e feliz parto das mulheres suas compatriotas. Mas Argé e Opis tinham chegado na companhia mesma dos dois deuses (Apolo e Ártemis). Também os habitantes de Delos lhes rendem outras honras. As mulheres destes imploram a elas, e celebram seus nomes num hino que Olen da Lícia compôs em sua honra. Os habitantes de Delos dizem ainda que eles ensinaram aos insulares e aos Jônios a celebrarem e a invocarem Opis e Argé em seus hinos, e a implorarem por elas. Aquele Olen, que tinha vindo da Lícia à Delos, compôs o resto dos hinos antigos que são cantados nesta ilha. Os mesmos habitantes de Delos acrescentam que, depois de se ter mandado queimar as coxas das vítimas sobre o altar, espalham-se as suas cinzas sobre o túmulo de Opis e de Argé, e se empregam todas elas nessa prática. Este túmulo fica atrás do templo de Ártemis, a oeste, e perto da sala onde os Ceienos fazem seus festins. 
 
XXXVI. Basta sobre os Hyperbóreos. Na verdade, não paro no que se conta de Abaris, que se dizia ser Hyperbóreo e que, sem comer, viajou por todo o mundo, carregado sobre uma flecha. Além disso, se há Hyperbóreos, deve haver também Hypernóteos. Para mim, não posso evitar de rir quando vejo algumas pessoas, que deram descrições da circunferência da terra, pretenderem, sem se deixar guiar pela razão, que a terra é redonda como se ela tivesse sido trabalhada ao redor, que o Oceano a circunda de todos os lados, e que a Ásia é igual à Europa. (...)
 

 
2) Passemos agora às referências de Roger Dion das Argonáuticas de Apolônio de Rhodes. Antes de mais nada, é possível analisar essa obra épica através de um aspecto, qual seja, a de sua relação com outros textos. Sobressai nesta relação intertextual a existente entre esse poema épico e a História de Heródoto, e os especialistas destacam essa influência no poema épico, assinalando aí o emprego de características e clichês do discurso historiográfico, estruturas narrativas, apresentação e descrição dos personagens, etiologia e padrões de explicação, retrato dos grupos étnicos, e representação da realeza e da tirania. 
[MORRISON, 2020, 1], na Introdução de seu livro, reporta-se ao fragmento 43 da edição de Rudolf Pfeiffer das Aitia (Origens) de Calímaco. Aí a musa Clio (musa grega da história) é representada descansando sua mão no ombro da sua irmã Calíope (musa grega da poesia épica) quando começa a falar pela segunda vez, em resposta a uma das questões do poeta, conforme abaixo textualmente:
ὥς ἐφάμην· Κλειὼ δὲ τὸ [δ]εύτερον ἤρχ[ετο μ]ύθ[ου 
                       χεῖρ' ἐπ' ἀδελφειῆς ὦμον ἐρεισαμένη· 
(Assim eu falei. E Clio, pela segunda vez, começou a narrativa, colocando sua mão sobre o ombro de sua irmã: [...]) 
 
Esta vinheta constitui uma dica acerca da relação íntima entre a poesia épica e a historiografia. Reconhecidamente As Argonáuticas empregam a historiografia herodoteana como um intertexto importante, porque importava a Apolônio articular a relação de sua épica com e de sua divergência da épica homérica. Não é de hoje o reconhecimento dessa proximidade: o próprio Heródoto era caracterizado como "o mais homérico" por Longino (De Subl. 13.3) e o atual conhecimento tem explorado detalhamente as afinidades homéricas da historiografia herodoteana, cujas raízes estão fincadas na poesia épica, a ponto de Heródoto ser nomeado em primeiro lugar na inscrição de Salmacis encontrada no porto da moderna Bodrum (Halicarnassus) e aí comemorado como "Homero em Prosa da História" (ca. virada do século II ao I a.C.).
 
Rota dos Argonautas
 
A outra nota que importa analisar aqui é a de nº 27, em que Roger Dion cita o canto IV, verso 284. Interessa-lhe mais especificamente o rio Danúbio (conhecido por Ister ou Istros), conforme cantado por Apolônio de Rhodes em suas Argonáuticas. Para dar uma ideia mais compreensiva do assunto, vou ampliar um pouco a passagem descrita pelo articulista, cobrindo não só o verso 284, mas todo o trecho contido pelos versos 282-293. Eis o trecho de As Argonáuticas que interessa analisar: 
“(...) ἔστι δέ τις ποταμός, ὕπατον κέρας Ὠκεανοῖο, 
εὐρύς τε προβαθής τε καὶ ὁλκάδι νηὶ περῆσαι: 
Ἴστρον μιν καλέοντες ἑκὰς διετεκμήραντο: 
ὅς δή τοι τείως μὲν ἀπείρονα τέμνετ' ἄρουραν 
εἷς οἶος: πηγαὶ γὰρ ὑπὲρ πνοιῆς βορέαο 
Ῥιπαίοις ἐν ὄρεσσιν ἀπόπροθι μορμύρουσιν. 
ἀλλ' ὁπόταν Θρῃκῶν Σκυθέων τ' ἐπιβήσεται οὔρους, 
ἔνθα διχῆ τὸ μὲν ἔνθα μετ' ἠῴην ἅλα βάλλει 
τῇδ' ὕδωρ, τὸ δ' ὄπισθε βαθὺν διὰ κόλπον ἵησιν 
σχιζόμενος πόντου Τρινακρίου εἰσανέχοντα, 
γαίῃ ὃς ὑμετέρῃ παρακέκλιται, εἰ ἐτεὸν δὴ 
ὑμετέρης γαίης Ἀχελώιος ἐξανίησιν. (...)”
Recorrendo à tradução francesa já existente para o texto grego, fiz a seguinte versão para o português: 
Há um rio, extremo braço do Oceano ², largo, muito profundo e navegável mesmo para um navio de grande calado: chamam-no Istros ³ e rastrearam seu longínquo curso. Este, numa grande distância, está absolutamente solitário ao atravessar um imenso território, pois suas nascentes, além das aragens do Bóreas, bramam ao longe nos montes Rípeos; mas, uma vez chegado às fronteiras dos Trácios e dos Citas, divide-se em dois braços: por um lado, lança-se por aqui no mar Oriental; pelo lado oposto, corre através do golfo profundo que prolonga o mar de Trinácria situado na orla do vosso país, se for verdadeiramente no vosso país que o Aquelau recebe sua nascente.” 
  
Fonte: APOLLONIOS DE RHODES: Argonautiques, tomo III, canto IV, texto estabelecido e comentado por Francis Vian e traduzido por Émile Delage, Paris: Les Belles Lettres, 1996, 284 p.
 
Bacia do rio Danúbio (outrora, Ister ou Istros)  
 
3) A outra referência de Roger Dion refere-se às Argonáuticas de Apolônio de Rhodes. As notas nº 25 e 31 do autor francês mencionam o canto II, 675, acrescentando que se trata de um escólio importante. Vejamos, pois, em minha tradução, o que o escoliasta escreveu sobre Homens hyperbóreos: “Com relação ao Apolo Hyperbóreo, vide DECHARME, Mythol., p. 107-109. O escoliasta dá informações sobre o povo mítico dos Hyperbóreos: 
“Heródoto [IV, 36] diz que realmente não há Hyperbóreos, pois, se há povos além de Bóreas, deve haver alguns além de Noto. [Sobre esta opinião de Heródoto, vide Estrabão, 51, 35.] Posidônio diz que eles existem e habitam nos arredores dos Alpes da Itália. Mnaseas diz que os Hyperbóreos agora são chamados de Délficos. Hecateu diz que até em sua época existia um povo hyperbóreo. Ele escreveu um livro com este título: Hyperbóreos. Havia três raças de Hyperbóreos: os Epizéfiros, os Epicnimídios e os Ozoles.”
Quando ele diz que os Hyperbóreos agora são chamados de Délficos, Mnaseas sem dúvida alude às tradições sobre os Hyperbóreos que se verificavam em Delfos: “Apolo teria vindo da terra dos Hyperbóreos para Delfos e, novos servos do deus, os Délficos teriam substituído os Hyperbóreos no ofício de devotos de Apolo. Os Délficos seriam, portanto, na época de Mnaseas, os sucessores dos Hyperbóreos. Diodoro de Sicília (II, 47) resume as tradições de Hecateu sobre os Hyperbóreos. — Quanto àquela divisão dos Hyperbóreos em Epizéfiros, Epicnimídios e Ozoles, divisão que não é mencionada, de nosso conhecimento, em qualquer outro lugar que não neste escólio, parece o resultado de uma confusão entre os Hyperbóreos e os Lócrios cujas diversas tribos cercam a Fócida, onde Delfos está localizado. Sabemos, de fato, que os Lócrios estão divididos em Epicnimídios, Epizéfiros, Opuntianos e Ozoles (Estrabão, 357, 25 e ss.; 215, 32 e ss.).”
 
Cf. APOLLONIOS DE RHODES: Les Argonautiques (H. de La Ville de Mirmont, tradutor e comentarista de notas críticas etc.), 1892 
 
Finalmente, ainda sobre o canto II, 675 de As Argonáuticas, alhures se comenta que “a Lícia e o país mítico dos Hyperbóreos são dois dos domínios favoritos de Apolônio. A Lícia é mencionada em I, 309; conforme IV, 614, Apolo se exilou na Hyperbórea, quando foi enxotado do céu por ter querido vingar a morte de seu filho Asclépio. Os Hyperbóreos são conhecidos desde Hesíodo (fragm. 150, 21 Merk-West) e o poema dos Epígonos; cf. ainda Alceu fragm. 307 Lobel-Page; Píndaro: Pyth., 10, 29-48; Heródoto: História 4, 32-35; Calímaco: Hinos, 4, 281-299; fragm. 186 Pfeiffer; etc.”
 
Cf. APOLLONIOS DE RHODES: Argonautiques, tomo I, canto II, texto estabelecido e comentado por Francis Vian e traduzido por Émile Delage, Paris: Les Belles Lettres, 1976, p. 275.

 

I.  NOTAS EXPLICATIVAS 

 

¹   Em geral, os nomes de ilhas, embora tenham terminação típica de substantivos masculinos em -ος, são do gênero feminino em grego. Ex: η Κύπρος (Chipre), η Σάμος (Samos), etc.

²  Literalmente, "extremo chifre do Oceano". Na mitologia grega, o chifre tinha o significado de grandeza, superioridade. 
 
³  Segundo Apolônio, o rio Istros (Danúbio), que tem sua nascente nos montes Rípeos, era alimentado subterraneamente pelas águas do Oceano.
 
 

II. BIBLIOGRAFIA



APOLLONIOS DE RHODES: Les Argonautiques (H. de La Ville de Mirmont, tradutor e comentarista de notas críticas etc.), 1892 
 
Link: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k373276d/

DION, Roger: "A noção dos Hyperbóreos: suas vicissitudes durante a antiguidade", traduzido por Francisco José dos Santos Braga e publicado no Blog do Braga em 14/10/2020, Bulletin de l’ Association Guillaume Budé-BAGB, nº 2, junho de 1976, p. 143-157; in TAILLANDIER, Guillaume: HYPERBOREE, Texts et Documents 

Link: https://www.academia.edu/40749656/HYPERBOREE_Textes_et_Documents_publi%C3%A9s_par_G%C3%A9r%C3%B4me_Taillandier

Link: https://bragamusician.blogspot.com/2020/10/a-nocao-dos-hyperboreos-suas.html

MORRISON, A.D.: "Apollonius Rhodius, Herodotus and historiography", Cambridge: Cambridge University Press, 2020, 244 p. 


STEPHENS, Susan: Callimachus: Aetia. Carlisle, Pennsylvania: Dickinson College Commentaries, 2015.

6 comentários:

Francisco José dos Santos Braga (compositor, pianista, escritor, tradutor, gerente do Blog do Braga e do Blog de São João del-Rei) disse...

A meu ver, o ensaio da autoria do notável historiador e geógrafo francês ROGER DION de 1976, denominado “A noção dos Hyperbóreos: suas vicissitudes durante a antiguidade”, postado em 14/10/2020 no Blog do Braga, deveria referenciar mais amplamente três notas explicativas que se referiam à História do historiador Heródoto e ao poema épico As Argonáuticas de Apolônio de Rhodes, devido à sua importância na construção do texto.
No presente trabalho, tomei a liberdade de ampliar as referências do autor francês, de modo a tornar o seu ensaio mais compreensivo, recorrendo aos textos gregos no original, traduzindo-os ou servindo-me de traduções autorizadas do grego para o francês.

https://bragamusician.blogspot.com/2020/10/referencias-de-herodoto-e-apolonio-de.html

Cordial abraço,
Francisco Braga

Dr. Mário Pellegrini Cupello (escritor, pesquisador, presidente do Instituto Cultural Visconde do Rio Preto de Valença-RJ, e sócio correspondente do IHG e Academia de Letras de São João del-Rei) disse...

Caro amigo Braga

Este post é mais uma vertente de sua intelectualidade, com ênfase na milenar cultura grega. Mais uma vez, parabéns pela excelente pesquisa.

Com os meus agradecimentos, e os de Beth,

O amigo Mário.

Prof. Cupertino Santos (professor aposentado da rede paulistana de ensino fundamental) disse...

Caro professor Braga;
Excelentes suas notas para um tema muito interessante do ponto de vista da fascinante erudição clássica.
Muito grato pela oportunidade da leitura.
Cupertino

Heitor Garcia de Carvalho (graduado em Pedagogia pela Faculdade Dom Bosco (1968), mestre em Educação UFMG (1982), Ph.D em Educational Technology - Concordia University (1987 Montreal, Canada); MBA Gestão Tecnologia da Informação, Fundação Getúlio Vargas (2004); pós-doutorado em Políticas de Ensino Superior na Faculdade de Psciologia e Ciências da Informação na Universidade do Porto, Portugal (2008); professor associado do CEFET-MG) disse...

Muito interessante!!!!

Frei Joel Postma o.f.m. (compositor sacro, autor de 5 hinários, cantatas, missas e peças avulsas) disse...

Prezado irmão. Obrigado pela sua pesquisa interessante! Com meus votos franciscanos de "Paz e Bem" para você e a Rute.
Viva la música!!! f. Joel.

Eudóxia de Barros (insigne pianista, concertista e membro da Academia Brasileira de Música) disse...

Grata!
Eudóxia.