Por Francisco José dos Santos Braga
Dedico esta resenha à saudosa Acadêmica Ângela Maria Rodrigues Laguardia (✞ 1º/11/2026), professora, doutora em Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa e mestre em Teoria da Literatura pela UFMG, vice-presidente da ABL-Academia Barbacenense de Letras e ocupante da cadeira nº 1, patroneada pelo Padre-Mestre José Joaquim Correia de Almeida; e membro efetivo da AMULMIG, ocupante da cadeira nº 336, patroneada por Maria Lacerda de Moura, além de membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais, ocupante da cadeira nº 10, patroneada por Antônio Carlos Ribeiro de Andrada.
Minha homenageada já não esteve presente na comemoração de relançamento de POESIAS de Jayme Augusto de Castro na Fundação Porphyria em 30/10/2026, quando se encontrava internada no Hospital Ibiapaba CEBAMS e onde veio a falecer em 1º de novembro de 2026.
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| Capa da edição Garnier original-Rio e Paris (1871) |
“Poesias” é a obra-prima e único livro conhecido do poeta mineiro JAYME AUGUSTO DE CASTRO (1837–1901), publicado originalmente em 1871 no Rio e em Paris pela prestigiada editora Garnier. O livro passou mais de um século e meio esquecido, sobrevivendo por gerações por meio de um único exemplar físico preservado na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP.
Recentemente, em meados de 2026, a obra ganhou grande notoriedade regional após o anúncio de um projeto de resgate histórico para o lançamento de uma nova edição institucional e gratuita. A reedição de sua obra resgata não apenas um elo perdido da literatura mineira do século XIX, mas também um importante registro histórico e cultural da identidade regional de Minas Gerais.
O relançamento do livro Poesias, de Jayme Augusto de Castro, ocorreu no dia 30 de outubro de 2026 na Fundação Porphyria, localizada no centro de Barbacena. O evento celebrou a devolução dessa raridade literária à comunidade após 155 anos de esquecimento.
O resgate histórico foi motivado pelas investigações genealógicas do pesquisador Carlos Eduardo dos Santos Araújo, atual proprietário da Fazenda da Conceição, onde nascera o poeta Jayme, conforme nos revela seu texto "Da pesquisa familiar à redescoberta de Poesias" (pp. 7-11). Também ele convidou o ator e cantor envolvido com artes cênicas e teatro musical, Paulo Grossi, para fazer uma performance artística encenando como o poeta Jayme faria uso de vários trechos de seus poemas para revelar a sua trajetória de vida no seu tempo e espaço em que os fatos se verificaram, em sucessão cronológica.
Ao rastrear o passado de sua família em Desterro do Melo, [ARAÚJO, Carlos Eduardo dos Santos. Iniciativa da reedição. In: CASTRO, Jayme Augusto de. Poesias. Barbacena: Tipografia Garamond, 2026, pp. 7-11] recebeu de um primo a cópia de um artigo do jornal A Província de Minas de 1884, dando conta de que um poeta de nome Jayme Augusto de Castro havia nascido em 1837 na Fazenda da Conceição, na então freguesia do Desterro do Melo, a cerca de 30 quilômetros de Barbacena. A partir dessa informação alusiva ao nome do poeta, pôde reportar inevitavelmente a Domingos Jayme Ferreira de Castro, seu tetravô e senhor da fazenda naquele período. Foi assim que "nesse percurso, chegou a Poesias, obra publicada por Jayme em 1871, no Rio de Janeiro e em Paris." Confessa que "a leitura do livro modificou inteiramente a natureza do seu interesse", de genealógico para o literário. "Quanto mais lia seus poemas, mais me surpreendiam sua sensibilidade, a intensidade das emoções, as referências literárias e o horizonte cultural que deles emergia. (...) Havia algo de inesperado em encontrar, no interior mineiro do século XIX, longe dos grandes centros culturais do Império, um poeta com aquela formação e aquela capacidade de expressão."
Além de compilar todos os poemas originais de 1871, a nova edição (2026) conta com um estudo biográfico detalhado sobre o processo de esquecimento e redescoberta do autor. Devo inicialmente referenciar os escritores que escreveram o texto introdutório como um elemento pós-textual. O prefácio e a apresentação oficial foram assinados por Jacyntho Lins Brandão, presidente da Academia Mineira de Letras e professor emérito da UFMG (pp. 3-6]; a organização da obra [a riqueza de comentários e a inclusão de 20 notas explicativas de rodapé, além das referências bibliográficas (pp. 37-8), fontes e créditos das imagens (pp. 39-40) e nota editorial (p. 41)] ficou a cargo de Alex Guedes dos Anjos, que também assina o estudo "O reencontro de uma voz à margem da memória" (pp. 13-36).
Além de autor de seus próprios poemas, transformou em poemas texto em prosa e poesias franceses
Jayme apresenta em Poesias (1871) poemas de sua própria lavra, com exceção de quatro, a saber:
1) "Traducção" (p. 59), referente a "Étincelles de Adrien Roux" (p. 58);
2) "Traduzido de Burgain" (p. 85), referente a Sonnet (p. 84). ¹
3) "Traducção" (pp. 86-7), referente a "Le séjour des champs eut toujours pour moi des charmes; j'aime à voir les troupeaux..." ²
4) "O judeu errante" (pp. 129-132), referente a "Le Juif Errant" de Béranger (pp. 126-8).
[FLORES, 2019, 52-3] elogia o poeta barbacenense:
“Jayme Castro se mostra um tradutor preocupado com aspectos estéticos do texto traduzido, obtendo como resultado uma tradução fidelíssima ao texto-fonte, seja no ritmo breve e ágil dos versos, seja no sentido que é rigorosamente mantido.”
Nascido na Fazenda da Conceição, em Desterro do Melo — localidade que à época pertencia a Barbacena —, Jayme teria visto a luz em 8 de maio de 1837, filho de Jacintha Alves da Silva. Quanto à filiação paterna, [ANJOS, Alex Guedes dos. Estudo crítico. In: CASTRO, Jayme Augusto de. Poesias. Barbacena: Tipografia Garamond, 2026, p. 14] aventa a hipótese de ser Jayme
“filho do proprietário da Fazenda da Conceição, Domingos Jayme Ferreira de Castro, circunstância que, à vista do nome do autor, permite supor que seja ele a pessoa evocada no poema Recordações da Infância” (pp. 109-110).
In Recordações da Infância:
(...) Conceição, Conceição, meu natal berço,/ Recebe inda uma vez do filho grato/ As expressões do amor que te consagra;/ E os de tuas florestas no recinto/ Habitantes alados/ Seus suspiros escutem./
Ah! quanto fui feliz na minha infância,/ Debaixo de teu sol, ó terra minha!/ Quantas vezes à sombra de teus bosques/ Procurando um frescor à quente sesta,/ Ou fatigado de infantis brinquedos,/ Sobre a seca folhagem recostado,/ Da cândida inocência no regaço,/ Tranquilo sono desfrutava outrora!/ Quantas outras no prado atrás correndo/ Dos tenros cordeirinhos, que saltavam/ Em torno do rebanho sobre a relva,/ Gastava inteiro um dia,/ Sem lembrar-me que uns braços caridosos/ De um terno benfeitor de um pai segundo/ Cuidosos me aguardavam! Tudo foi-se!" (...)
[Idem, ibidem, 16] registra que,
“em A Igualdade, Jayme organiza sua reflexão sob forma marcadamente racional, partindo da premissa criacionista, ainda em voga. Dela extrai o paradoxo que ainda permanecia relativamente silenciado no plano social: se todos procedem de um mesmo tronco, torna-se insustentável atribuir a desigualdade ao sangue, que se revela, ao revés, como efeito das condições, do meio e das oportunidades.”
A Igualdade
Se todo o homem procede
De um mesmo tronco — de Adão, —
Como pode um ser fidalgo,
E ser um outro vilão?!
Ou foi Adão um fidalgo,
E todos têm fidalguia;
Ou então plebeu foi ele,
E brotou a vilania.
Vós outros direis: Que um tronco,
Ao mesmo tempo que of'rece
Num galho um fruto pequeno,
Um grande noutro aparece.
Recebeu este mais seiva,
Lugar propício encontrou;
Enquanto que aquele, à sombra,
Sem sol, sem luz definhou.
Não deixam de ser irmãos,
— Pois do mesmo tronco vêm, —
Embora tome este o vulto
Que aquele outro não tem.
De Adão assim são os frutos:
Ao sol da prosperidade
Crescem uns, definham outros
À sombra da inf'licidade.
São contudo iguais no sangue,
— Sangue fidalgo, ou vilão; —
Pois todo o homem procede
De um mesmo tronco — de Adão.
[Idem, ibidem, 2026, 17] observa que
“apesar de ter vivido sob a pecha da bastardia e, ao que tudo indica, sem haver recebido a mesma "seiva", algo que denuncia no poema A Igualdade, Jayme não permaneceu inteiramente à sombra, tendo conseguido publicar a presente obra pela casa Garnier, uma das mais importantes editoras do século XIX, responsável também pela circulação de autores como Machado de Assis, José de Alencar, Gonçalves de Magalhães, Aluísio Azevedo e Olavo Bilac, entre outros.”
E completa na mesma página:
“O intelectual Laudelino Freire, membro da Academia Brasileira de Letras e autor, entre outras obras, do primeiro grande dicionário brasileiro, incluiu Jayme em sua antologia Sonetos Brasileiros, o que evidencia a permanência de seu nome no cenário literário ainda no início do século XX.”
Jayme teve seus estudos interrompidos na juventude, mas tornou-se um erudito autodidata. Trabalhou como mestre-escola de latim, francês e português, foi negociante, um dos primeiros servidores do Foro de Barbacena e, mais tarde, atuou como tabelião em São João Nepomuceno, onde faleceu.
Prólogo: Ao leitor
Datado de 11 de abril de 1870 e assinado por "Jayme", escreve que, desde os 20 anos, portanto, desde 1857, ter recebido o aplauso e incentivo de seus companheiros, a quem mostrou suas "pequenas composições" e "puerilidades" e, mais tarde, alguns amigos o animaram a publicá-las. Fala, em seguida, de seu temor de estar atirando seus versos ao encontro, talvez, de uma crítica rigorosa. Mas, lembrando-se, como o leitor comprovará, de que o que mais assistiu à composição do seu pequeno trabalho foi a curiosidade do que a arte, assentou em deixá-lo correr, tendo a seu favor a consciência da sua insuficiência. Ou seja, é dentro desse ambiente de confissão e de humildade que o autor convida o "amigo leitor" a folhear seu livro, com a ressalva de que "se não for de todo livre de erros, ao menos resta-lhe a consciência de que empregou os recursos de que podia dispor para consegui-lo".
Temática de "Poesias"
Os versos de Jayme Augusto de Castro transitam entre o lirismo da época romântica e uma forte consciência social:
• Memória e Natureza: O poeta retrata com forte saudosismo sua infância na Fazenda da Conceição, descrevendo as paisagens naturais de Barbacena e do vale do Chopotó.
• Sentimentalismo: Há uma forte presença de poemas dedicados ao amor, à melancolia, à desilusão e à fé.
• Crítica Social: De forma muito avançada para o período, suas poesias criticavam abertamente as injustiças sociais, a soberba das elites, a desigualdade e o abandono sofrido pelos mais pobres. Como exemplo dessa temática social, pode-se citar "O Voluntário da Pátria", com a seguinte explicação na p. 137, nota 19, por Alex Guedes dos Anjos:
“Voluntários da Pátria era a denominação dos corpos militares criados pelo governo imperial, em 1865, para reforçar o Exército Brasileiro na Guerra do Paraguai (1864-1870). Embora inicialmente formados por homens que se apresentavam espontaneamente, as adesões tornaram-se insuficientes para sustentar o esforço de guerra, sobretudo com o prolongamento do conflito, o que levou à intensificação do recrutamento coercitivo. (...)
Na região de Barbacena, um dos casos mais emblemáticos dos abusos praticados no recrutamento foi o sofrido por Firmino Ribeiro Mendes, filho do Capitão João Ribeiro Mendes com Anna, mulher escravizada. Embora fosse homem abastado, sua origem, denunciada pela cor, tornou-o vulnerável à violência dos recrutadores. Segundo a denúncia publicada no Manifesto do Centro Liberal, de 1869, "a prisão foi feita pelo recrutador, que o amarrou com um cabresto e o trouxe a pé por espaço de uma légua".
Datado de novembro de 1869, já na fase final da guerra, o poema retrata um veterano que regressa sem um braço, encontra a família destruída e, abandonado pela pátria que defendera, passa a depender de esmolas. Embora o Asilo de Inválidos da Pátria estivesse em funcionamento desde 1868, não dispunha de capacidade para acolher todos os combatentes necessitados.”
Abaixo segue apenas o diálogo de Firmino, quando do seu retorno à pátria:
O Voluntário da Praça (pp. 135-6)
(...) "Glorioso voltei, oh!sim! que o braço,/ Que a espada manejou, ficou no campo./ E minha doce esperança?/ Cheguei à porta de meu pobre albergue:/ Silêncio aterrador morava nele!/ Bati... bati... chamei... só me responde/ A minha mesma voz que me amedronta./ Notei então que grama trepadeira/ Já por sobre o portal se emaranhara,/ Horrível pensamento me arrebata,/ Sem rumo saio, desvairada a mente.../ O que fiz não sei eu: só me recordo/ De ouvir de voz estranha:/ Essa mulher morreu... prostituída,/ E seus filhos também de fome e frio./ Assim, oh! pátria! os sacrifícios duros,/ Que os defensores teus por ti fizeram,/ Generosa agradeces!/ Assim os galardoas pelos feitos,/ Que, para defender-te praticaram! (...)/ Sem pão que me sustente ora caminho,/ Até que uma alma piedosa encontre/ Que uma esmola me dê. No entanto eu vejo/ Rodando em ricos coches,/ O ocioso estadista/ Dos suores do povo locupleto,/ Insaciável sempre! (...)
NOTAS EXPLICATIVAS
¹ Consta do livro recém-reeditado a seguinte informação de [Idem, ibidem, 2026, 84] "o presente soneto em francês não integrava originalmente a obra. Foi vertido para o português por Jayme, sem a referida reprodução, ao contrário do que ocorreu com os outros três traduzidos por ele. Neste caso, o poeta limitou-se a indicar que se tratava de composição "traduzida de Burgain". O original francês, de autoria de Luís Antônio Burgain, encontra-se publicado, como peça avulsa, ao final da obra "Luiz de Camões; drama em cinco actos", por nós consultada, não tendo sido possível verificar se também figura nas edições anteriores."
² Através da indicação da nota de rodapé nº 11 à p. 87, recorri ao texto francês que encontrei na Internet. O texto poético do poema de Jayme corresponde ao texto francês em prosa constante do capítulo XVIII (cuja temática é o uso do adjetivo verbal e do particípio presente) do livro intitulado Exercices français sur l'orthographe, la syntaxe et la ponctuation, de Noël e Chapsal, em edição revista e ampliada por A. Mauvy (Bruxelas: Meline, Cans et Compagnie, 1852, p. 84), a saber:
“Le séjour des champs eut toujours pour moi des charmes; j'aime à voir les troupeaux errant.. en paix dans les vastes prairies; les brebis bêlant.. caressant.. leur tendres agneaux bondissant.. auprès d'elles; la chèvre capricieuse grimpant.. sur les rochers escarpés, broutant.. les plantes croissant.., fleurissant.. parmi les buissons, ou les bourgeons naissant.. de la ronce rampant..; les lapins timides, tantôt réunis en troupes, tantôt se dispersant.. au moindre bruit, et fuyant.. ça et là; les oiseaux, au retour de l'aurore, ravissant.. mes oreilles de leurs doux concerts, et m'inspirant.. une tendre mélancolie. Innocents animaux! il n'en est point parmi vous qui, prévoyant.. le sort cruel que les hommes leur préparent, soient agités de soins inquiétant.. de l'avenir. La sage nature vous a refusé la qualité d'êtres pensant..; ne l'enviez pas: vous jouissez du présent, vous êtes heureux. Oui, j'aime à voir, et ces bergers chantant.., jouant.. leurs airs champêtres retentissant.. sous la voûte résonnant.. d'une grotte; et ces jeunes bergères, les bras entrelacés, dansant.., courant.. sur la verdure; et cette source cristalline filtrant.. à travers l'épaisseur du roc, bientôt coulant.. en abondance, et déposant.. ses eaux courant.. et limpides dans un bassin. C'est là que les troupeaux altérés, fuyant.. les rayons brûlant.. de l'astre du jour, trouvent une liqueur rafraîchissant..”
Segue a Tradução proposta por Jayme do texto acima citado, onde optou por transformar o texto francês em prosa num texto artístico,
explorando o ritmo, as imagens e as sonoridades, estruturando-o em
versos.
Foi sempre para mim cheia de encantos
A vida camponesa.
Apraz-me o ver em paz errando o gado
Nas extensas campinas;
Balando a triste ovelha,
Aos tenros cordeirinhos afagando,
Que em torno dela brincam;
Grimpando a cabra as escarpadas rochas,
Tosando as tenras plantas que ali crescem,
E que por entre moutas reverdejam,
Ou da rasteira sarça os novos brotos;
Umas vezes em grupo reunidas,
E outras ao menor ruído dispersas,
Daqui, dali fugindo as lebres tímidas;
Saudando os passarinhos a alva filha
Do dourado Oriente,
Enlevando-me todo aos sons divinos
De seus doces concertos,
Ternas lembranças, vagas, melancólicas
Infundindo-me n'alma.
Animais inocentes!
Dentre vós não há um, que, a sorte dura
Prevendo, que os humanos lhe preparam,
Se agite com os cuidados
Que o futuro enuviam.
De seres pensadores recusou-vos
A sábia natureza a qualidade;
Nem deveis invejá-los:
Vós gozais do presente, sois felizes.
Oh! sim, apraz-me o ver-vos,
E ver também cantando estes pastores
Singelas árias, que nas grutas ermas
Vão despertar um eco;
E, os braços enlaçados,
Dançando sobre a relva as pastorinhas;
E esta límpida fonte,
Que infiltrando através de bruta rocha,
E logo após correndo em abundância,
Num baixo vai depor sua água pura;
Ali é que os rebanhos fatigados,
Fugindo ao sol ardente, se refrescam.
AGRADECIMENTO
À minha amada esposa Rute Pardini Braga pela formatação do registro fotográfico utilizado neste trabalho.
BIBLIOGRAFIA
CASTRO, Jayme Augusto de: POESIAS, 1ª edição publicada em Paris e Rio de Janeiro em 1871
________________________: POESIAS, reedição anotada por Alex Guedes dos Anjos em Barbacena: Tipografia Garamond, 2026, 146 p.
FLORES, Diego do Nascimento Rodrigues: Machado de Assis, poeta-tradutor, tese apresentada na UFES para obter o grau de Doutor em Letras, 2019, p.



Um comentário:
Francisco José dos Santos Braga (compositor, pianista, escritor, tradutor, gerente do Blog do Braga e do Blog de São João del-Rei) disse...
Prezad@,
Tenho o prazer de enviar-lhe minha resenha do livro POESIAS, de JAYME AUGUSTO DE CASTRO, publicado originalmente em 1871 em Paris e no Rio de Janeiro pela Editora Garnier e reeditado recentemente em Barbacena.
Nesta obra, o autor nos conduz por uma jornada profunda e emocionante, tocando em temas universais com uma delicadeza e uma técnica ímpares. Em minha análise, destaco os poemas que mais me marcaram, o estilo marcante da escrita e como essa leitura mexeu comigo.
Se você está em busca de uma leitura inspiradora, convido-@ a conferir a resenha que preparei.
Link: https://bragamusician.blogspot.com/2026/11/resenha-de-poesias-por-jayme-augusto-de.html
Cordial abraço,
Francisco Braga
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